Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Há somente um último projétil, na agulha, que poderia trazer luz a distorção de direitos trabalhistas dentro da Estatal, se disparado com precisão, é claro.

Quando a Empresa não votou a CCT no Sindicato Patronal por não ter representação, ainda assim tem que cumpri-lo.

   Os amigos mais próximo conhecem meu pensamento pessoal sobre tudo que está acontecendo e sabem que, quanto a Estatal, o acesso autorizado pela  Procuradora do Trabalho Isabella Gameiro da Silva Terzi a documentos das investigações do Ministério Público do Trabalho na Estatal lançou em mim luz que eu não tinha antes sobre a questão e tirou dúvidas que nunca tive, trouxe respostas que nunca havia feito.

   Ressalto que "não tive essas dúvidas e não fiz tais perguntas que obtive por desconhecer a materialidade da questão"; mas, como disse o "Histórico Homem de Nazaré", a mais de 2000 anos atrás: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."

   Baseando-se que conhecer a verdade é o mesmo que tirar o homem das trevas, ao mesmo tempo lamento ter tomada parte e gritado coisas que desconhecia quase que completamente. Desconhecia, não que eu seja obtuso para não ter entendido quando se havia explicado, mas por ter enxergado coisas pela ótica parcial apresentadas ou omitidas a mim e a nós. Nisso, culpo a Estatal. Seu silêncio sepulcral e desprezo têm gerado todos os conflitos, uma vez que tudo que os Trabalhadores buscam é tentar resolver de forma pacífica sua situação financeira, têm sido a busca do diálogo. Nesse afinco, aliariam-se a qualquer um que lhes estendessem as mãos. Isso é mais do que natural.

   Sim, sou livre em minha consciência em dizer que a falta de coragem dos Trabalhadores, exceto a coragem daqueles 25 homens, em meio aos 915 Empregados Públicos da Estatal lotados no AMRJ, em defender projetos pessoais, sonhos de futuro e manutenção de suas famílias demostrada nos Atos de Protestos Silenciosos na Escadaria, junto ao Ponto de Ônibus da Estatal no AMRJ, que objetivava chamar a Atenção da Administração da Estatal para a agonia sofrida por nós, me desmotivou.

   Há somente um último projétil, na agulha, que poderia trazer luz a distorção de direitos trabalhistas dentro da Estatal, se disparado com precisão, é claro. Não chego ao extremo da presunção de dizer que poderá trazer solução, pois, como disse um comentarista inúmeras vezes aqui, nos comentários do Blog, tempos atrás: "a época de piquete acabou, Alexandre", mas um ATO Genuíno para demonstrar aos Parlamentares em Brasília, aos Desembargadores, ao Procurador Geral da República em Brasília, que a Estatal contrata profissionais de inúmeras atividades e categorias profissionais mas não respeita o Piso Salarial previsto na CLT, art. 611 (leia o artigo). Sim, isso traria essa luz às trevas que cobrem nossa realidade.

  Companheiros, somente nisso, distorção salarial quando todos na Estatal têm suas Profissões, Técnicos na área de Administração ou em Estruturas Navais, Jardineiros, Metalúrgicos, Advogados, Médicos, Enfermeiros, Serventes, Pedreiros, Seguranças, Cozinheiros, Almoxarifes etc... Estamos certos quando "lutamos" por justiça salarial dentro da Estatal, já nos demais quesitos, até que me provem o contrário, estamos errados (ou meio certos).

   A Estatal presta Serviços diferenciados sem concorrentes sim, assim como os Correios o fazem, e, no caso da Estatal, não somente metalurgia; nisso eu martelei o contrário aqui no Blog e estive errado o tempo todo.

   Só que ela não pode negar que contrata técnicos, mecânicos, eletricistas, torneiros, chapeadores etc., ligados à atividade metalúrgica, como ela mesma reconheceu (leia).

   Entender que o DEST e suas politicas para as Estatais impedem a Estatal de muitas ações em Benefício do Empregado da Estatal (como melhor distribuição da PLR, Reajustes acima do IPCA, por exemplos), até mesmo reconhecer que a Marinha (DGMM/Diretoria Geral do Material da Marinha) tem seu Orçamento limitado para manutenção da Frota da Armada e seus Bens físicos e não há previsão de aumento no Orçamento este ano que justifique os Aumentos Salariais previstos, quando da elaboração do PCS da FIA, e que esse Orçamento da União para ao DGMM/Marinha do Brasil não engloba, diretamente, à mesma proporção, aos Aumentos de mais de 300% nos Salários com faturas do Pessoal da Estatal no Apoio à FAJ, ao LFM, ao Espigão, ao AMRJ etc., de acordo com o que rege o Piso Salarial de suas categorias profissionais, é uma coisa, não reivindicar esses salários justos é outra coisa completamente diferente.

   Como fazer com que a União (MPOG) repassasse o Orçamento (verba) para o DGMM (Diretoria Geral do Material da Marinha) para cobrir essa realidade de disparate salarial?

  Como fazer com que o MPOG tenha essa mesma visão da Distorção Salarial vivida pelos Trabalhadores da Estatal a Serviço da Marinha, ou seja, a Visão de que há inúmeros Profissionais, Técnicos na área de Administração ou em Estruturas Navais, Jardineiros, Metalúrgicos, Advogados, Médicos, Enfermeiros, Serventes, Pedreiros, Seguranças, Cozinheiros, Almoxarifes Motoristas, Vigias, Carta Náuticas (pilotos de lanchas, iates, navios etc.) cujos salários estão incompatíveis com seus Pisos Salariais Profissionais?

  Somente  com um ATO Humanitário genuíno, como o idealizado!

  Um ATO de Protesto Singular, Pacifista como o é, que não causaria distúrbios na Ordem Pública, Caos Urbano no Trânsito... Mas esse ATO deveria contar com com todos esses Profissionais das inúmeras profissões.

   Mas, esbarramos no "MEDO"... 

   Esbarramos na falta de Coragem... Medo que faz o Trabalhador se submeter a baixo salário, ainda que esse medo tenha feito suas famílias sofrerem, até hoje...

   Eu não entendo, e não me permito entender, como pode-se temer quando se sofre?

   Mas esse fenômeno existe e não há nada que se possa fazer. Não há Blog que consigam fazê-los entender que devem reagir ao medo, a falta de coragem.

   O ATO de Doação de Sangue só "seria" (entenda o verbo entre aspas no pretérito imperfeito do indicativo, como quero que seja entendido) sucesso, se todos esses Trabalhadores das Profissões listadas acima aderissem ao ATO de Doação de Sangue no HEMORIO.

  Só seria possível se entendessem esse ATO como forma de Protesto Singular que é. Um ATO Pacífico pouco explorado pelos Sindicatos, na verdade, um ATO Humanitário e Inteligente.

   Agora, somente com os 50 homens e seis mulheres que estiveram presentes no TRT, em 23/9/2014, para Protestar no Dia da Audiência de Conciliação convocada pela Juíza Gláucia, não vai dar. Somente com esses cinquenta homens e seis mulheres que compareceram não podemos fazer essa injustiça ecoar... Não poderemos tornar pública, em Brasília, essa Realidade de Injustiça Salarial vivida por todos os Trabalhadores (a exceção são os cargos comissionados na Administração da Estatal) que nada tem a ver com "Representatividade Sindical do Sindimetal Rio", mas trata-se de uma injustiça latente, presente ainda hoje, e sem previsão de fim.

   A Repercussão viria, até porque o Tema "Estatal Federal" tem sido motivo de curiosidade pela Imprensa e Mídia Televisiva e Virtual, mas há de se ter coragem e assumir os Riscos que podem naturalmente advir daí.

   Sei que há dezenas de homens que esperam esse Dia como Verdadeiros Guerreiros, mas esse ATO é um ATO de Protesto sim, só que ele envolve uma Simbologia Sagrada que queremos explorar com boa intenção à nossa situação que sofremos quando damos nosso Sangue à Marinha do Brasil e sofremos pela baixa remuneração. Acima de um Simples ATO de Protesto, "trata-se de um ATO de Doação de Sangue ao Próximo."

   Não podemos deixar que um ATO como esse seja frustrado, como o que convocamos no TRT, em 23/9/2014, e tivemos vários companheiros que fizeram campanha contra (com motivação pessoal, creio eu).

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Aos Trabalhadores da Estatal: "A Reunião Marcada para o dia 03/05 está cancelada".

Print acrescentado.
   Hoje, o Pessoal que Assessora o Almirante Mário ligou para mim e avisou que o Almirante Mário marcou uma Reunião comigo e os Três Trabalhadores voluntários, dia 05/03/2015.

  Essa Reunião, a princípio, será para nos dar a Resposta da Administração da Estatal sobre a conversa que tivemos com o Almirante Mário (leia a conversa aqui), onde o mesmo se prontificou a ser um elo entre nós e a Administração da Estatal.

Dois dos Trabalhadores foram avisados por mim, já o Alexandro Marinho, se não lê o Blog, precisará ser avisado.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ENTRA NO CIRCUÍTO / "ORDEM PARA REBAIXAR AVALIAÇÃO" / PESQUISA NO BLOG

O Documento abaixo está nos Autos de Procedimento aberto, em 2014, pelo MPT:

   Companheiros, a luta é árdua, pois tudo que pedimos é o direito de sobreviver. Não dá para sobreviver com salário líquido de R$ 700,00 tendo que pagar conta de luz, telefone, fazer as compras do mês etc.

   Eu espero que a Estatal nos ajude, pois sabemos que essa luta dela nos Tribunais contra o Sindimetal poderá levar anos, a fio, ou mesmo não ter um fim, mas não podemos ser penalizados por essa luta sem fim. Pensamos que o fim estava na Intimação (veja-a), mas foi anulada e ficamos a ver navios, somente que nós somos trabalhadores da Estatal e precisamos sobreviver.

Investigado: UNIÃO FEDERAL (EMPRESA GERENCIAL DE PROJETOS NAVAIS).
 DESPACHO
Vistos, etc.
Notifique-se a investigada para que, no prazo de 20 dias, informe a situação das tratativas com o Sindicato para elaboração do Plano de Cargos e Salários.
O texto acima está disponível em um dos vários procedimentos abertos a pedido de Trabalhadores e ex-trabalhadores no MPT, basta peticionar ao Procurador para visualizá-los (clique). 
   Outra coisa: Conforme relatório da Google, temos uma média de 400 leitores, diários, fieis ao Blog. É muito pouco acesso a essa ferramenta de comunicação nossa. São poucas pessoas acessando o Blog, frente a necessidade de comunicação e articulação que teremos que ter, isso pelo que temos em mente para realizar. 

   Poucos trabalhadores acessam o Blog, mas podemos partir daí para entender o que podemos fazer:





   No topo do Blog, haverá uma pesquisa, ou melhor, uma votação (com tempo final para votação determinado). O que queremos saber com isso? Queremos saber se os Leitores do Blog compareceriam a Atos de Protestos que visam tornar Pública Nossa Situação de Baixa remuneração vivida na Estatal.

   Lembro-os que há um mal entendido por parte de alguns trabalhadores e acredito que é por eles não acompanharem as postagens do Blog e a maioria não participar das nossa reuniões e, por não lerem o Blog, acabam por não entenderem o objetivo desses Atos que estamos conclamando, ou seja, queremos que nossa situação chegue até aos Desembargadores do TRT que estão Julgando a Ação Rescisória... Até Brasília... Até ao Procurador Geral do Trabalho, em Brasília. 

Temos ciências de que somos pós e cinzas... Apenas Cidadãos Trabalhadores...
Sabemos que o muito que fazemos para proteger nossas famílias ainda é pouco, uma vez que Grandes são os homens que detêm o Poder (capital).



   Não temos a presunção que vamos resolver nossa situação aos Gritos com esses Atos de Protestos nas Ruas, mas queremos que os Desembargadores, antes de continuarem nesse "Jogo de Gato e Rato" entre Estatal Emgepron e Sindimetal Rio, entendam a situação pela realidade vivida pelos Empregados da Estatal que, em sua Maioria Absoluta, têm seus salários líquidos na faixa de R$ 600,00 e R$ 700,00 e tudo que pedem é justiça salarial, ou seja, sobrevivência. São Metalúrgicos, outros não são na Profissão, mas todos estão em área naval, e não são remunerados como tais.

   Considero essa Injustiça salarial, frente a Gigante que é a Estatal em que trabalhamos, conforme Relatório de Gestão do Ano de 2012 da Estatal "Faturamento no período foi de R$ 339,2 milhões, 3,89% superior ao realizado no mesmo período do exercício anterior, e gerou um lucro líquido de R$ 17,3 milhões. Confrontando-se o lucro líquido do período com o patrimônio líquido no final do exercício de 2011, observa-se uma taxa de retorno de 20,36%, superior à inflação e aos juros praticados pelo mercado (Leiam, no Relatório, página 65)" uma forma cruel e desumana, pois fere aquilo que temos de mais precioso nesse mundo: nossas famílias, sonhos e projetos.

   Ficamos felizes com o Sucesso da Estatal, mas nossas famílias sofrem e precisamos que a Estatal nos Ajude a sair desse sufoco, pelo menos até que o PCS da FIA seja Aprovado.

   Pedimos que a Administração da Estatal conceda aos Seus Empregados condição de sustentar suas respectivas famílias com o Salário que recebem pelo seus Trabalhos prestados à Marinha do Brasil.

Observem, por favor:


    Hoje, um Trabalhador ligou para mim comunicando que as Chefias de Alguns AM's disseram que receberam ordens superiores para rebaixar as Avaliações de Desempenho Pessoal já assinadas pelos Trabalhadores.

   Todos os Trabalhadores que estão sendo prejudicados por essa ordem superior devem fazer uma denúncia formal ao Ministério Público do Trabalho. Mas, primeiro, devem munir-se de alguma prova (ex.: Documentos explicando o rebaixamento ou Áudio de algum chefe afirmando ter recebido ordem para rebaixar suas avaliações por ordem de algum superior).

   Relembro-os que, segundo a Repercussão Geral do Recurso Extraordinário RE 589998 (obs.: clique no link e procurem o link "inteiro teor do Acórdão": leia-o), o Supremo Tribunal Federal (STF) entende que para haver demissão de Empregados Públicos Federais, Estaduais ou Municipais, a Administração dessas Estatais (dentre elas a Emgepron) e Sociedade de Economia Mista devem, em primeiro lugar, motivar a demissão pelos princípios constitucionais pétreos que estão previstos no Art. 37, caput, da CF/88. Isso, tendo-se em vista que as contratações de Empregados Públicos estão subordinadas as leis peculiares, além da CLT, e ao que diz o art. 37, II da CF/88, ou seja, você, Trabalhador da Estatal, tem que dar esse motivos à Administração da Estatal para que ela o ponha na Rua: Avaliação de Desempenho Pessoal baixa pode causar sua demissão motivada (conforme diz o documento acima, no primeiro parágrafo), além de prejudicá-lo na Participação dos "lucros e resultados" (PLR) da Estatal. Há Trabalhadores na Estatal que foram demitidos sem que tivessem dado motivos para isso, e foram reintegrados ao Quadro da Estatal por antecipação de Tutela pela Justiça.

   A melhor forma de se defender de uma Agressão aos Seus Direitos é a Denúncia, e rebaixar Avaliação de Desempenho Pessoal de qualquer Trabalhador, de forma deliberada, é o mesmo que premeditar prejuízo ao Trabalhador, é o mesmo que agredi-lo em seu direito. Digo-os: Juntem-se, em Grupos, e vão, ao mesmo tempo, ao MPT e denunciem isso. Mas, volto a dizer: "em primeiro lugar, munam-se de provas do que irão afirmar ao Procurador do Ministério Público do Trabalho".

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A cada mês que se passa, a situação financeira dos Trabalhadores vai piorando por causa desse Estrangulamento Salarial. Se nada for feito pela Estatal, a coisa só tende a piorar cada vez mais.

   Aos Trabalhadores, 

Conforme foi combinado, entrei em contato, hoje, às 15h50min, com a Secretária do Almirante Mário

  A Secretária do Diretor do AMRJ disse que ele entrou em contato com os Administradores da Estatal, mas não obteve resposta (até o momento em que fiz o contato) e disse a mim que ele pediu que tenhamos paciência (peço que entendam que esse termo usado pela Secretária do Diretor "tenham paciência" não teve conotação de desdém da parte do Almirante, mas teve sentido de que eles precisam de tempo para nos dar essa resposta que procuramos).

   Só que, cada mês que vai passando, a situação financeira dos Trabalhadores vai piorando o que faz com que a paciência pedida pelo Diretor do AMRJ seja um luxo que não possuímos. Ter Paciência significa ter tempo para dar e isso é algo que não temos, pois nossas famílias e dívidas esperam por um desfecho. Não são poucos os casos de vínculos familiares destruídos, necessidade básica de alimentação que não podem ser supridas, pais e mães de famílias cujos nomes estão no SPC e SERASA devido a esse Arrocho Salarial impiedoso imposto aos Empregados Públicos da Estatal Federal Emgepron. Essa situação, a que somos expostos, tem nos afligido.

   Mas, ainda assim, peço aos Trabalhadores, como foi proposto anteriormente: precisamos aguardar até o final do mês.

   Agora, com resposta da Estatal (mesmo se for positiva ao pedido de sobrevivência feito pelos Trabalhadores à Estatal), ou que seja negativa, ou que não haja resposta da Estatal dentro desse limite de tempo, no primeiro dia de Trabalho do mês de Março, o Blog e outros Trabalhadores que entendem a necessidade de haver busca de solução à essa angústia sofrida pelos Trabalhadores irão pedir para que todos os Trabalhadores se reúnam, às 12h30min, atrás da Banca de Jornal, no AMRJ, para debatermos alguns pontos e assuntos que serão levados à Reunião.

   É importante que os Trabalhadores estejam presentes, pois, teremos decisões importantes a serem discutidas nesse dia, antes dos ATOS de Protestos nas Ruas do Centro do Rio.

  O Blog pede que, na segunda-feira, 23/02, os Trabalhadores divulguem essa notícia pelo AMRJ: Dia 02/3/15, haverá reunião dos Trabalhadores atrás da Banca de Jornal.

   Observem, por favor: A Reunião não será na Escadaria, próximo ao Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede: a Reunião será atrás da Banca de Jornal, próximo a Barbearia.

   Tudo que precisamos é que a Estatal nos ajude, até que esse PCS da FIA seja aprovado. 

   Tanto eu quanto os outros três trabalhadors entendemos com perfeição a Relação Emgepron e AMRJ. Entendemos que não há verbas (Orçamento) da União para o AMRJ cobrir as faturas mensais com o Pessoal da Emgepron e que é o AMRJ quem tem que se virar, todo mês, para cobrir essa fatura. Isso é ponto pacífico entre os Trabalhadores. Mas, isso significa, também, que esse PCS da FIA é aumento da folha e custos para o AMRJ, então nos perguntamos: "Será que haverá um PCS da FIA?"

  Não nos compete responder essa pergunta acima, mas, uma coisa é fato: "não podemos passar mais esse período, 2015-2016, sob esse Arrocho Salarial".

   Esperamos que a Administração da Estatal, entenda a situação vivida pelos seus Empregados e faça, juntamente com o Diretor do AMRJ, o que nós, Trabalhadores, sugerimos: "Que haja redução no preço cobrado aos filiados ao PAMSE (Plano de Saúde da Emgepron) e que esse valor simbólico da Cesta Alimentação (R$ 56,00) passe para o valor de R$ 500,00. Isso para que os Trabalhadores possam inteirar esse valor e conseguir sustentar sua casa e pagar suas contas e impostos com seu salário líquido, em torno de R$ 700,00".

   Baseando-se na Instrução Normativa SRF Nº 011 de 21 de Fevereiro de 1996 (DOU de 22/02/1996), art. 27, parágrafo único, leiam a lei: "A dedutibilidade a que se refere este artigo independe da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador e aplica-se, inclusive, às cestas básicas de alimentos fornecidas pela empresa, desde que indistintamente a todos os empregados." Podemos entender que esse valor será facilmente deduzido no Imposto de Renda da Estatal. De acordo com a Lei nº 8.981, de 20 de Janeiro de 1995 (leiam-na no art. 30, parágrafo único), Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista pagam seus Impostos de Renda.

   Uma Empresa, seja Pública ou Privada, que pensa na condição vivida pelos seus Empregados terá não somente Empregados, mas verdadeiros aliados.
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Hoje, eu e outros três trabalhadores (a decisão de entrar em contato com o Diretor foi tomada hoje, dia 19 e não consegui fazer contato com Eraldo a tempo de avisá-lo) fomos até o Edifício 11 (AMRJ) objetivando perguntar ao Almirante Mário (Diretor do AMRJ) se houve resposta da Estatal sobre o tratado entre nós, na Reunião. Mas, ao chegar na portaria do Edifício 11, soubemos que Secretária do Almirante havia saído.

      Foi nos passado, pelo Gabinete do Diretor, o Ramal da Secretária do Diretor: Mais tarde, pelo telefone, perguntei a ela se o Almirante entrou em contato com a Administração da Estatal e se houve respostas da mesma?

   A Secretária ficou de perguntar ao Diretor do AMRJ, já que, segundo ela, o Almirante Mário estava em reunião naquele momento: "Ela pediu para que eu volte a ligar para ela amanhã, dia 20/02".

   Companheiros, peço, estejam atentos, pois, havendo respostas, vamos combinar o dia, o mais breve possível, para nos reunirmos novamente.

   O xxxxx propôs que a Reunião para transmitir a Resposta do Diretor do AMRJ seja feita na hora de almoço (12:30), uma vez que não há outra forma ou lugar para nos reunir fora do AMRJ.

   Aos Trabalhadores da FAJ, LFM e outros AM's que acompanham e aguardam notícias dessa resposta do Diretor do AMRJ, pelo Blog: Após essa Reunião com os Trabalhadores do AMRJ, onde haverá, com certeza, ideias e sugestões, caso a Resposta da parte da Estatal seja negativa ou, mesmo, que não haja respostas, o Blog irá publicar o Tratado entre nós.

   Companheiros, torço, com todas a forças do meu ser, para que a Administração da Estatal e o Almirante Mário tenham entendido a gravidade da Situação vivida pelos Trabalhadores com esse salário líquido, entre R$ 600,00 e R$ 700,00, pelo que foi repassado a ele por nós, naqueles 43 minutos de reunião, a ter que (junto aos demais Pais de família trabalhadores da Estatal que estão indignados com essa situação e esperam essa resposta do Almirante Mário avidamente), convocar os Trabalhadores para expor a situação de fome vivida pelos Trabalhadores e suas respectivas família publicamente por causa desse salário pago pela Estatal.

   Se o PCS da FIA ainda não foi aprovado, a Estatal precisa nos ajudar a sobreviver. Passar esse ano de 2015 até 2016 sem reajuste salarial não será mole para a maioria dos Trabalhadores. Nossa situação está cada vez mais difícil, para não dizer insuportável. É por causa disso que (uma vez que baixos salários não é coisa só da Estatal) a maioria das Pequenas e Grandes Empresas atenua essa dificuldade que é o Trabalhador sobreviver com um liquido salarial pequeno, como o que recebemos, e ter que pagar suas contas como água, luz, telefone, internet etc., arcar, muitas das vezes, com medicação, cuidar da alimentação, da escola de filhos e outras necessidades de suas família, é que essas Empresas se valem da Instrução Normativa SRF Nº 011 de 21 de Fevereiro de 1996 (DOU de 22/02/1996), art. 27, parágrafo único (leiam a lei). Ao fazer isso, os Trabalhadores dessas Empresas usam seus salários líquidos para complementar as compras do mês e têm, assim, subsidiados, pelas Empresas, meios de eles arcarem com as despesas de suas famílias.

   Companheiros, como escrevi nessas postagens (cliquem aqui e aqui): enquanto essa luta judicial que a Estatal está travando para desconstituir a Sentença da Juíza Gláucia Zuccari (Ação Rescisória) e sua busca para anular o direito do Sindimetal Rio de representar os Empregados da Estatal, a Estatal não obedecerá as regras de pisos salariais iguais ao da CCT/SINAVAL, ou seja, Companheiros, temos que pensar em nós e em nossas famílias. "Há muitas águas para rolar por debaixo dessa ponte", até que esse Processo (Ação Rescisória) tenha fim.

   Companheiros, quando houver a convocação, o Blog pede: Atendam nosso pedido para tentar mostrar ao Brasil que, se a Estatal não fizer nada para nos ajudar, os Trabalhadores e suas respectivas famílias sofrerão.

   Se não houver adesão dos Trabalhadores, nada mais poderá ser feito, uma vez que o Sindicato falhou nessa missão de proteger os Trabalhadores.

Temos que dar um voto de confiança ao almirante Mário, diretor do Arsenal.

Meus amigos.

Temos que dar um voto de confiança ao almirante Mário, diretor do Arsenal. Porque foi do interesse dele em nos ouvir. Ele marcou dia e horário para nos recebermos. Agora se ele vai conseguir fazer alguma coisa é esperar para ver.

Agora não havendo nenhum resultado, cabe a nós tomarmos uma atitude para sermos ouvidos ou vamos para frente da sede, ou Hemorio, ou para a ponte; mas, com certeza, temos que tomar uma atitude para sairmos desta miséria salarial.

Vamos mostrar aos diretores da EMGEPRON que não adianta vir com desculpas esfarrapadas como a desse orçamento, PCS e que o país está assim e assado. Não dá mais para engolir esta situação.

E para aquelas pessoas, que acham que a empresa do jeito que estar está bom. É só olhar para o lado que verá pessoas com 15, 20 anos de empresa que está ganhando um salário de miséria. Uma coisa tenho certeza, pior que estar não vai ficar, cabe a nós, trabalhadores, mudar está situação.



Ass: xxxxxx




segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Vamos nos reunirmos para trocar ideias e achar uma maneira para sairmos desta situação em que estamos.


Meus amigos, quando escrevi aqui sugerindo a passeata na ponte, foi para discutir a hipótese do que podemos fazer. O movimento terá que ter o apoio de todo mundo: Ou vai todo mundo ou não vai ninguém.


Em relação aos fuzileiros, nós não vamos invadir o Mocanguê. Se não podermos soltar no ponto, soltaremos no mais próximo e atravessaremos a pé pela ponte. Se houver resistência, ficaremos parados; pois de qualquer maneira chamaremos a atenção para a nossa situação de miséria salarial na qual estamos.


Vamos nos reunirmos para trocar ideias e achar uma maneira para sairmos desta situação em que estamos.



Ass: xxxxxxx



   E-mail enviado pelo xxxxx, para ser publicado no Blog, em resposta a dúvida levantada no comentário da penúltima postagem dele (leia).

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Devemos pensar em nós e em nossas famílias: Devemos lembrar que a Estatal tem muitas leis, portarias e empecilhos que ela têm usado como "Escudo".

A União dos Trabalhadores para vencer o medo e conquistar o objetivo comum é a tônica desse Blog.

   Vimos a timidez da Mídia em não falar o nome da Emgepron, em 20 de maio de 2014, e somente deu notícia desse tipo: um grupo de metalúrgicos fazia uma manifestação na Avenida Rio Branco, Centro do Rio.

    Como Alvo dos Protestos, a Empresa não foi anunciada pela Grande Mídia, a exceção foi a mídia informal (leia). Ninguém, exceto essa imprensa informal citou nossa luta.

    Mas vamos buscar expor, com novos ATOS, não mais a Empresa, mas nossa realidade salarial que tem tudo a ver, diretamente, com a Administração da Estatal e a própria Estatal, Arsenal (AMRJ), Comando da Marinha e Ministério da Defesa, caso nossas simples reivindicações de sobrevivência venham a ser negadas pela Estatal com a desculpa de "falta de orçamento".

   A unicidade é nosso sonho, pois sabemos que contra a União de Trabalhadores não existe força. Mas, não me engano em achar que isso é tarefa fácil; sei que não será fácil, isso é, se os Trabalhadores não assumirem suas responsabilidades frente a essa iniciativa de buscar solução para essa injustiça feita contra os Empregados da Estatal que atingem em cheio seus filhos, netos, esposas, esposos e outros dependentes.

   Esses ATOS devem se apoiados pelos Trabalhadores, em sua absoluta maioria, como respostas se houver negação ao nosso apelo (entendemos parte da complexidade que é aumento salarial sem que o DEST autorize e busque meios de subsidiar esses reajustes; sabemos que esse PCS da FIA não foi nem mesmo apreciado por Brasília e temos pleno conhecimento que os Trabalhadores não poderão suportar esse Arrocho Salarial por mais um ano (até 2016), se a Estatal não buscar atenuar isso com a Cesta Alimentação e Redução dos Encargos com o PAMSE (plano de saúde da Emgepron).

   Só peço que os Trabalhadores se lembrem que o assunto aumento salarial na Emgepron esbarra em uma coisa que vai além do interesse financeiro de a Estatal não querer pagar retroativos ou até mesmo o não aceitar ter um Sindicato metalúrgico nessa Empresa "da Marinha". Para que os Trabalhadores consigam esse reajuste salarial, terão que pensar mais além do que o uso da "força" dos protestos que projetamos, embora serão eles que levarão nossas vozes até Brasilia, uma vez que as vozes dos Trabalhadores ecoem através da Mídia, pois a voz que chegou em Brasília, nas vezes que ecoaram lá, foram as vozes "técnicas" da Instituição Sindical. Não houve eco das vozes dos Trabalhadores da Estatal sobre suas necessidades de salários justos, em Brasília ou nas reuniões na Sede da Estatal com os Administradores dela.

   As Estatais envolvidas no meio econômico têm que gerar sua própria receita, têm que se virar sozinhas, inclusive se trabalhar para a própria Administração Direta, exemplos de Órgãos como Marinha, Exército e Aeronáutica, dentre outros Órgãos).

 
   O Negócio é que a Estatal é paga pelo serviço que presta no apoio à Marinha do Brasil, pelo orçamento do próprio AMRJ, FAJ etc. Sendo que a Estatal não só contrata mão de obras metalúrgicas, mas todo tipo de apoio humano civil à Marinha do Brasil, se a Estatal "desejasse" reajustar os valores de salários de seus Empregados Públicos pelos já calculados salários baseados na CCT/SINAVAL, teria que disputar "pau a pau" com outras empresas do setor metalúrgico naval. Assim é a "lei".

   Para a Estatal e para a Marinha, é conveniente manter esse efetivo com salários a baixo dos salários Pagos no Mercado, por isso sempre vamos esbarrar em portarias, decreto-leis e judiciário conivente aos interesses estatais em detrimento do direito dos empregados estatais, se não mudarmos nosso modo de agir.

   Companheiros, temos que pensar mais alto; temos que pensar em usar menos a força da coletividade que é escassa e utópica na Estatal devido ao medo irracional (irracional porque as famílias dos trabalhadores sofrem, e eles não reagem) e enviar representantes com "Bandeira Branca da Paz" a Brasília para falar com os Presidente do Executivo Federal, Presidente Senado, Presidente da Câmara.

   Temos de Buscar uma agenda com o próprio Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e conversar sobre a possibilidade do que está previsto na Lei 10. 470 e corroborada no art. 93, § 6º da Lei 8112/90. "...empresa pública ou de sociedade de economia mista, que receba recursos de Tesouro Nacional para o custeio total ou parcial da sua folha de pagamento de pessoal...".

   Pareço estar errado, quando digo que temos que usar mais a inteligência para "vencer" as Portarias do DEST/MPOG e Decreto-lei que a Estatal usa para não reajustar Pisos Salariais em clara proteção àquela para que ela foi criada, por lei, para servir?

   Enquanto lutarmos por aumento salarial tendo como paradigmas os recursos das OM's da Marinha (AMRJ, FAJ, LFM etc), continuaremos a sermos como o personagem "Dom Quixote de La Mancha golpeando o Moinho de Vento imaginando ser Dragão em defesa da Bela Dulcineia. ou seja, continuaremos lutando na UTOPIA, sem querer ver a REALIDADE".

   Companheiros, desde que vi o Sindicato não conseguir nada para gente nas "negociações dele, na Sede da Estatal, com a Administração da Estatal"; "em Brasília com o Min. Celso Amorim e Comando da Marinha"; "com apoio da Jandira"; a Juíza Gláucia Zuccari não sentenciar a Empresa a Cumprir o Básico que é a CCT/SINAVAL ("achando" que se tratava de Orçamento da União, que era o Ministro da Defesa que libera verba para custeio da Folha de Pagamento); desde que vi a Juíza pedir "com carinho" para a Estatal equiparar os pisos salariais dos seus Trabalhadores aos das Empresas que ela Terceiriza e a Estatal dizer que não fará isso, tenho pensado muito. Essa conversa entre eu e outros três trabalhadores com o Diretor do AMRJ só abriu meus olhos para uma possibilidade nova: Abriu meu entendimento para ver que, enquanto dependermos que a folha de pagamento seja paga pelo Arsenal (AMRJ) FAJ, LFM etc, nada mudará, pois eles vivem com o orçamento gerado por eles ou recebido da União sempre no limite e a desculpa será sempre essa: "se não posso pagar as faturas pelos serviços da Estatal com o valor que elas estão, e se elas aumentarem?"

   Temos que ir em Busca dos que Modificam e Guardam as leis, por mais difícil que isso possa ser... Essa lei 10.470, embora fale sobre  Cargos em Comissão de Natureza Especial etc, é clara sobre "outras providências". Temos que buscar apoio do Congresso Nacional, do Senado, ou podemos ficar décadas nessa nova frente de luta judicial aberta pela Estatal contra o Sindimetal Rio (Ação Rescisória). Com Poder Financeiro e Político que a Estatal tem demonstrado, podemos entender que precisamos agir com inteligência e articular ações.

Para isso precisamos usar a inteligência para abrir essas portas em Brasília.

   Mas, os ATOS que estamos anunciando e que já tinham sido idealizados (antes mesmos dos Protestos no AMRJ e a consequente Reunião com o Almirante Mário) vamos dar prosseguimento, conforme o Planejado, caso a Administração da Estatal não venha de encontro a realidade vivida pela maioria de seus Empregados. Sim, é possível melhorar o valor "simbólico" dessa Cesta Alimentação dos R$ 56,00 para os R$ 500,00. Essa pequena ajuda pode fazer com que os trabalhadores consigam respirar, embora não os tire do sufoco total, até que o PCS da Fundação Instituto da Administração (FIA) venha ser aplicado. Benefícios como esses são comuns em grandes e pequenas empresas (uma vez que salários baixos não existem só na Estatal) uma vez que visam ajudar na complementação salarial para seus Empregados e os custos podem ser deduzidos nos impostos.

   Se conseguirmos a exposição sobre a injustiça que sofremos com esses salários congelados desde 2007 (data do último PCS), os ATOS de rua que faremos, havendo repercussão sobre os ATOS, essas publicidades poderão vir a ser usadas como meios para subida dos Trabalhadores a Brasília. Sei que não será fácil, mas devemos tentar. Devemos buscar solução para nossos problemas. Devemos pensar em nós e em nossas famílias.

   Devemos lembrar que a Estatal tem muitas leis e portarias que na verdade são empecilhos que ela tem usado como "Escudo para manter a Marinha fornecida com o apoio humano de civis necessários a preço de banana", e usa os subterfúgios como "orçamento cortado para as Forças Armadas", Portarias do DEST, DEST como impedidor aos reajustes Salariais, Decreto-leis, cenários econômicos desfavoráveis etc. Tudo isso com um Judiciário Trabalhista que está de mãos dadas com os interesses do Estado, do Patronato, do Poder Econômico (ainda que o Judiciário devesse ser independente e aplicar a justiça, simplesmente).

  Concordo com os Trabalhadores quando dizem que a União dos Trabalhadores para vencer o medo e conquistar seus objetivos comuns tem que existir antes dos ATOS. A unicidade é a tônica, pois sabemos que contra a União dos Trabalhadores não existe força; mas não me engando, sei que não será fácil.

 Os ATOS de Protestos de Rua, se houver apoio dos Trabalhadores, sendo a resposta negativa ou não houver respostas da Administração da Estatal, deve seguir o Planejado.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

O que não daria, Companheiros, seria estar naquela reunião, na impossibilidade de se discutir essa equiparação salarial tão sonhada pelos Empregados da Estatal, vendo o que já vem sendo feito na CTMSP e AMAZUL e não pedir o mesmo tratamento.

    Não havia ali, na Reunião com o Almirante Mário, meios de se chegar a exigência de um Piso Salarial equiparado ao da CCT/SINAVAL. Os Trabalhadores, que usarem o bom senso, hão de convir comigo nisso pelas razões que apresentarei nessa postagem; isso (equiparação salarial), de fato, estará nas mãos dos 82 juízes das Varas de Trabalho que irão julgar os processos individuais, conforme já iniciado pelo Sindimetal Rio, e, acima desses processos individuais, os quais são ramos da árvore que é Processo Principal, 0168800.03.2005.5.01.0021, já transitado em Julgado que garantiu a Representatividade Sindical ao Empregados da Estatal, está a luta da Estatal na busca da Anulação dessa mesma sentença em 2009. "Subestimar essa Ação Rescisória será um erro de qualquer Advogado". Minha indagação é pertinente: Havendo a anulação de sentença devido a Ação Rescisória, o que acontecerá com as nossas ações individuais? (Leia mais aqui)

   Antes de entrarmos na Sala de Reunião do Gabinete do Diretor do AMRJ, prevemos esse cenário jurídico e a complexidade que é a relação contratual "Emgepron e AMRJ", a Ação Rescisória e as Ações Individuais; nos lembramos que ninguém, por mais rico que possa ser, em sã consciência, despejaria mais de 1 Milhão e Meio de Reais para que um Advogado volte de Mãos Vazias; colocamos em mente que, quanto ao assunto Equiparação Salarial e Direito À CCT estão em uma Ação Rescisória da Sentença que deu a Representatividade ao Sindimetal Rio, somada a  ordem clara da Juíza Gláucia ao Sindimetal Rio que é "se alguém quiser direito ao valores dessa CCT/SINAVAL terá que pedir isso individualmente (ouçam aúdio da Audiência ou leiam a transcrição da mesma aos 46min 26 seg)", isso (ação rescisória) poderá ser levado à Apreciação dos Ministros do STF por qualquer um dos dois que ganhar ou perder nas duas instância, TRT e TST (a alegação de que é muito difícil haver êxito na Ação Rescisória não se aplica a Estatal. Lembrem-se que tudo que aconteceu nessa processo principal era difícil de acontecer). O fato é que não importa quem ganha ou quem perde nas instâncias TRT e TST, eles levarão esse Processo ao STF e isso pode demorar década, para um desfecho final favorável a nós, ou contra nós.

   Tendo em vista que Enquadramento Salarial não seria discutido naquela reunião, mas nos Tribunais, foi que procuramos discutir a possibilidade de a Administração da Estatal fazer aos Trabalhadores o que já vem sendo feito aos Trabalhadores da AMAZUL e atenuar o estrangulamento vivido pelo Empregados da Estatal, até que essa lide trabalhista entre Estatal e Sindimetal Rio tenha um fim (ou que o PCS da FIA, realmente, venha ser discutido em Brasília pelo DEST/MPOG).

   O que não daria, Companheiros, seria estar naquela reunião, na impossibilidade de se discutir essa equiparação salarial tão sonhada pelos Empregados da Estatal, vendo o que já vem sendo feito na CTMSP e AMAZUL e não pedir o mesmo tratamento.

   Lembrem-se que nem a Juíza Gláucia Zuccari conseguiu obrigar a Administração da Estatal a equiparar o Piso Salarial dos Empregados da Estatal (confira a transcrição no link acima e a Resposta do Drº Medina ao Conselho da Juíza, na Audiência de Execução, em 23/09/2014, a equiparar os Salários dos Empregados da Estatal aos das Firmas terceirizadas pela Estatal, leia), nem as várias reuniões do Sindimetal Rio na Sede da Estatal com apoio e "intervenção" do Ministro Celso Amorim junto à Administração da Estatal e Comando da Marinha, contando a presença da Jandira Feghali (leia aqui), resolveram a questão salarial.

   Nessa reunião com o Almirante Mário, entendemos de forma subjetiva que a Emgepron está ali para servir à Marinha; entendemos que exigir aumento, em espécie (dinheiro vivo), nos nossos salários implicaria, na visão que nos fora exposta pelo Diretor do AMRJ, o mesmo que aumentar o valor que cada Navio da Marinha paga pela docagem no AMRJ e serviços feitos nos cais e atracamentos no AMRJ, uma vez que a fatura mensal pelos nossos trabalhos no AMRJ é paga pelo AMRJ (segundo o Almirante Mário, não há Orçamento "verba" vindo da União para esse mister).

   "Companheiros, convenhamos que esse tema (equiparação salarial) fugia completamente a capacidade de solução dos quatro homens que estavam ali, isso é caso de sentenças judiciais contra a Estatal".

   Coube a nós eu e outros três trabalhadores buscar o melhor caminho para demonstrar ao Almirante Mário que, se algo não for feito, os Empregados Públicos da Estatal não suportarão e a situação sairá do controle dos Trabalhadores, pois, "onde há fome, há revolta".

   Coube a nós, apresentar a ele que, se a Administração da Estatal olhar para os Empregados dela, tanto o AMRJ quanto a Estatal terão trabalhadores menos hostis e mais motivados, menos protestadores, com vontade de fazer Atos de Manifestações e Protestos dentro do AMRJ (como os que já estavam sendo feitos, antes do Almirante buscar, junto dos Trabalhadores, ser um mediador e levar nossos problemas a Administração da Estatal, leia), pois a vontade de qualquer trabalhador é sustentar sua família com dignidade e respeito.

    Agora, não sabemos qual será a resposta da Administração da Estatal ao proposto pelos Quatro Trabalhadores. Não podemos prever o que pensam os 12 Administradores da Estatal (leia a relação nas páginas 31 e 32) sobre o pedido de sobrevivência feita por nós, ou, mesmo, o que eles pensam sobre o fim desse arrocho com medidas simples de aumento da Cesta Alimentação do atual valor simbólico de R$ 56,00 para R$ 500,00 e a redução do valor cobrado pelo PAMSE (Plano de Saúde da Emgepron).

   Esses ajustes, embora não vindo em espécie, ou seja, dinheiro vivo, ajudarão os Trabalhadores a se organizar, até que essa luta judicial (Ação Rescisória e Ações Individuais que podem levar décadas nos tribunais tenham fim e, ou que PCS da FIA venha ser aprovado).

   Por não sabermos se haverá boa vontade da parte da Administração da Estatal de atenuar essa angústia causada pela baixa remuneração com a elevação dessa Cesta Alimentação de R$ 56,00 para R$ 500,00 e a redução com os encargos do Plano de Saúde, é que estamos planejando protestos. Lembro que esses ATOS serão desencadeados se houver recusa a proposta de pôr fim a essa angustiante situação vivida pelos Empregados da Estatal, pois os maiores Atos de Protestos feitos pelos Trabalhadores são as AÇÕES INDIVIDUAIS. Mas, e se essa Ação Rescisória levar anos ou décadas para ser julgada? Todas ações individuais estão ligadas a essa Sentença que a Administração da Estatal quer anular, torna-se evidente que temos de nos precaver projetando ATOS de Ruas, como Doação de Sangue e Protestos em Frente ao MPT e o proposto pelo xxxx (postagem abaixo).

   É nítido que a vontade dos Trabalhadores irem para rua é extremada pelo Arrocho Salarial que sofrem e entendemos que levará tempo para que esse problema seja resolvido, até que o PCS da FIA seja aprovado de fato.

   Havendo uma demonstração da Parte da Estatal, junto com o Diretor do AMRJ, Almirante Mário, em atenuar essa agonia que vivem os Empregados da Estatal, não há dúvidas de que haverá no AMRJ e demais setores (como FAJ, LFM e outros projetos), onde há Empregados da Estatal, a serviço da Marinha, trabalhadores mais confiantes na Administração da Estatal e no Órgão AMRJ, pois os Trabalhadores verão que há boa vontade em se resolver o que mais fere os Trabalhadores e suas respectivas famílias: O BAIXO SALÁRIO RECEBIDO e as consequências graves advindas daí.

    Companheiros, esperar que os quatro trabalhadores que estiveram na Reunião com o Almirante Mário (Diretor do AMRJ) trouxessem solução para a questão equiparação salarial com o Piso Salarial da CCT/SINAVAL, quando a própria Juíza Gláucia ordenou que o Sindimetal Rio pulverizasse os 1700 processos pelas 82 Varas do Trabalho no Rio de Janeiro, é entendível, mas seria esperar demais. Sim, tentamos logo no início da Reunião abordar esse ponto, quando o xxxxx Abordou o tema. Só que eu e os outros três trabalhadors tivemos essa percepção, quando iniciamos a conversa, que continuar batendo nessa tecla não nos levaria a lugar algum, por isso, fizemos o que pudemos. 

Tivemos, nesta semana, um exemplo do que temos que fazer para chamar a atenção da população para a situação na qual vivemos, neste estado de miséria salarial.


As fotos foram copiadas do site G1 (vejam).

Funcionários do COMPERJ fecharam a Ponte Rio-Niterói




Meus amigos, tivemos nesta semana um exemplo do que temos que fazer para chamar a atenção da população para a situação na qual vivemos, neste estado de miséria salarial. Mostrar, mesmo trabalhando em uma estatal da Marinha, nosso salário de passar fome.


Vamos fazer uma faixa com o nome da empresa para mostrar as pessoas que estamos lutando pelos nossos direitos e que a Justiça está a nosso favor.


No dia e hora marcada, sairemos para pegar o ônibus e soltaremos próximo ao Mocanguê e de lá sairemos em direção ao Rio.


Peço a todos que fiquem atento para esse dia, pois será o dia do nosso grito de liberdade, que será ouvido por essa diretoria insensível, que será ouvido em Brasília, no Brasil e pelo restante do mundo!



Ass: xxxxx

   A ideia é excelente e possível de se pôr em prática e, uma vez que já foi explorada pelos Trabalhadores da COMPERJ e foi bem sucedida, a imprensa irá cobrir nosso ATO e divulgar a motivação. Um ATO como esse pode decidir no TRT essa Ação Rescisória que nos prejudicará, caso venha ser vencida pelo Advogado Drº Medina. 

  Mas, como falei com xxxx por telefone, devemos discutir, de forma ampla, os detalhes desse ATO com os demais trabalhadores.

   Companheiros, todos esses planos de Ação precisam contar com a força de apoio dos Trabalhadores. ATOS como esses só fracassam se houver medo  e covardia mesclados.

   É natural que haja medo de demissão, retaliação, etc., mas pensem em suas famílias em casa, isso trará coragem.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Protestar nas Ruas é o objetivo desse Blog? Não. Justiça! Justiça sempre foi o objetivo desse Blog.


   Porque exponho minha situação pessoal aqui? Porque ela não é diferente da situação vivida pela maioria dos Empregados da Estatal.

   Não se trata de nenhum desequilíbrio financeiro desnecessário, ou gastos em supérfluos. O uso desse dinheiro (dívida contraída) foi justificado pelas circunstâncias que me vi obrigado a lançar mão dele. Mas não tenho como honrar as dívidas, não por que não quero honrar meus compromissos, até porque não sou mau pagador, só não tenho como pagar essas dívidas. O Salário que recebo na Estatal nunca me permitiu, ao longo desse quatro anos, honrar qualquer compromisso financeiro, somente permitiu-me sobreviver à dura pena.

   Dentro desse panorama acima, chamei minha esposa e conversei com ela: _ Filha, esse é o dinheiro que temos para passar o mês fevereiro (R$ 779,61); se a gente pagar as contas do mês, as crianças vão passar fome. O que a gente faz? Esse diálogo foi real. E decidimos, juntos, que a alimentação das crianças está em primeiro lugar.

   Companheiros, esse Blog chegou no limite dele. Não há mais para onde ir, para onde avançar...

   Esse blogueiro chegou no limite dele, não há mais para onde ir, para onde avançar..."

   Desde que iniciei essa luta, pensei no que fazer para que os Trabalhadores, em primeiro lugar, lessem esse Blog e, depois, no que fazer para que a Administração da Estatal também lesse o que escrevo sobre nossa situação e a revolta gerada pela mesma.

   Mantive-me afastado do Sindimetal Rio, no inicio desse Trabalho, e cobrava do Sindicato diálogo com o trabalhador, pois, durante o ano de  2012, o Sindicato havia nos dado "gelo".

   Esse diálogo foi aberto e eu passei a apoiar o Sindimetal Rio e alfinetar a Administração da Estatal, afinal, eu achei: "o Processo chegou ao fim" (ledo engano). Ao mesmo tempo, pensei que a luta da Esquerda seria boa para os Trabalhadores devido seu antagonismo histórico ao regime militar poderia ser usado para nos ajudar, então comecei a bater nessa tecla... Tudo foi inútil. Desde o apoio ao Sindimetal Rio a acreditar na força e ideologia de esquerda, em pleno século 20, tudo se demonstrou inútil.

   "Precisei concordar quando falam que não existe mais ideologia de esquerda ou direita quando o negócio é o poder (dinheiro)".

   Mesmo com tudo isso, todos esses agravantes, esse humilde blogueiro foi levado a sério pelo trabalho que exerce no Blog e chamado a conversar com o Almirante Mário, junto com mais três trabalhadores, devido ao Ato de coragem de menos de 30 trabalhadores, no último dia de Protesto na Escadaria (número de trabalhadores em frente ao ponto de ônibus dos empregados da Sede). Nós levamos a ele a situação vivida (igual a essa vivida por mim) por centenas e centenas de trabalhadores que. em alguns casos, está criando problemas de desequilíbrio emocional em trabalhadores devido às inúmeras uniões familiares desfeitas causadas pelo baixo salário na Estatal que não dá condições do Trabalhador sustentar uma família com o mínimo de dignidade.

   Companheiros, o ponto final do blogueiro está chegando... Esse é o ponto até onde sei que posso chegar e não há mais força em mim que me diga se há horizontes a serem alcançados.

   Se tudo que fizemos até hoje, e estamos fazendo ainda, não atenuar ou resolver essa situação que os Empregados da Estatal estão vivendo, não consigo vislumbrar meios de continuar a luta.

   A Estatal, por ser uma Empresa Pública criada com uma finalidade descrita na lei LEI Nº 7.000, DE 9 DE JUNHO DE 1982, art. 2º, inc. I, e tendo no art. 10 o meu pensar, não aumenta os salários dos Empregados Públicos da Estatal para não ter que aditivar o contrato da Estatal com a Marinha do Brasil, ou seja, são Diretores Militares na Administração da Estatal pensando na Marinha dos Militares e não nos Trabalhadores dessa Estatal. Tudo piora porque o DEST "precisa" (não sei se esse verbo tem o peso real da colocação, ou a Estatal e o Comanda da Marinha podem chegar a uma decisão?) aprovar qualquer aumento salarial para os Empregados da Estatal, mesmo a Estatal gerando a própria receita e o AMRJ sendo independente financeiramente para contratar o serviço da Estatal. (Visão dos fatos a grosso modo.)

  Demos (o Blog e os Trabalhadores que somam comigo nessa luta) o último Ato nessa luta que culminará com as Manifestações dos Trabalhadores no ATO de Doação de Sangue ao Hemorio e em frente ao MPT. Uma vez que o que eu e os outros três trabalhadores propomos ao Almirante Mário, Diretor do AMRJ, tendo em vista tudo isso acima, foi que eles (Administração da Estatal) atenuassem o sufoco que estamos vivendo. Que eles deem chance dos Trabalhadores sobreviverem com o salário que recebem do trabalho que prestam à Marinha do Brasil, em nome da Emgepron, uma vez que o prometido PCS da FIA não será aprovado esse ano. O que foi solicitado não é tão anormal que não possa se concedido, afinal,cesta alimentação para complementar o salário de trabalhador é comum na maioria da empresas,firmas etc.

   Em último caso, tendo a recusa da Estatal em atender esse pedido dos Trabalhadores, (aí, dependerá da força e coragem da massa de Trabalhadores) saírem para Rua em Protestos contra esse Arrocho Salarial desumano que nos é imposto, mesmo com pedido literal de clemência da parte de comissão de trabalhadores reunida, a pedido da Própria Administração do AMRJ para buscar um caminho para solução.

   Chamar os Trabalhadores para Protestar nas Ruas é o objetivo desse Blog? Não. Justiça! 

   Justiça sempre foi o objetivo desse Blog.

   Para irmos além de tudo que fizemos juntos (Blog e Trabalhadores que apoiam esse Trabalho) seria subir uma comissão de trabalhadores a Brasília para falar pessoalmente com o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sobre a situação de empobrecimento causado pela remuneração baixa paga pela Estatal aos seus Empregados, isso é, sem a intervenção e mediação do Sindimetal Rio ou de Políticos, uma vez que esses dois caminhos (Sindimetal Rio e Política, em Brasília, falando sobre assunto Emgepron) já foram usados e falharam conosco.

   Nessa luta, pensei que a luta chegaria ao fim por uma martelada das mãos da Juíza Gláucia Zuccari, mas me enganei redondamente no momento em que a ouvi aos 1h 12min do Áudio gravado na Audiência de Execução, no dia 23/9/14, a Justiça não se atrever a dizer: "pague salários dignos aos seus empregados".

   A Juíza entendeu tudo errado, ou errou de propósito, quando pensou que a União paga nossos salários. Ela seguiu esse caminho de pensar que uma sentença seria contra os cofres da União e não contra uma Estatal que gera sua própria receita (R$339,2 milhões de lucro bruto e um lucro líquido de R$ 17,3 milhões, clique e leia página 65) e com esse "pensar" estamos aí, estagnados e em franca decadência econômica ao receber a mesma merreca de salário, sendo reposto somente o IPCA.

  Nos sentimos desamparados pela Juíza Gláucia e revoltados contra o Sindicato por ele não ter conseguido resolver nosso problema e ter resolvido o dele (leia). Desamparados por que, segundo a Juíza Gláucia, quem quiser justiça salarial (piso da categoria), terá que pedir isso individualmente. Será aí a "corrida do gato atrás do rato", pois, quando cada um de nós ganharmos na justiça, a Estatal irá recorrer, embargar, protelar e usar todos os recursos legais, mas altamente prejudicial  aos seus empregados, para levar esse processo durante décadas.

   Tudo que os Empregados da Estatal esperavam da Juíza Gláucia era Salário que estejam de acordo com suas funções em Área Naval; isso foi tudo que os Empregados da Estatal pediram, mas a Juíza não pôde ser justa a esse ponto, afinal a Justiça é "cega".

Vou Esperar o desenrolar dos fatos.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Em sã consciência, quem desejaria guerra à paz? O Blog pede que os Trabalhadores aguardem. Sejam pacientes.

   Tudo que vejo na Estatal é a Injustiça. Vejo o desespero nos rostos dos Trabalhadores nível médio e fundamental. Os únicos que vejo sorrindo felizes, no AMRJ, são alguns níveis superiores. Ou estão ganhando subsídios, como função gratificada e outros atenuantes, ou, realmente, não sei o que está havendo com eles.


   Precisamos pensar em nós e em nossa família. Esse mês, tive que conversar com minha esposa para decidirmos: Pagamos as contas do mês como água, telefone e energia, ou fazemos as compras do mês? É óbvio que decidimos fazer as compras do mês. Em consequência, o banco enviou uma carta para mim, a light ameça cortar a energia elétrica, posso ficar sem água.

Carta do Banco do Brasil a mim. Se a coisa não for resolvida a tempo, assim como a situação vivida pela maioria dos Trabalhadores, terei que pedir margem para empréstimo consignado em folha. Uma espiral viciosa que leva o Trabalhador para um fundo de poço infinito, pois a medida que pegamos mais e mais margem para empréstimo, mais o nosso salário líquido, entre R$ 600,00 e R$ 700,00, desaparece em descontos em folha estrangulando ainda mais os empobrecidos Trabalhadores da Estatal Federal Emgepron.

Esse Torpedo da Light, eu recebi ontem. Tive que escolher, junto a minha esposa, ou pagamos as poucas contas que temos, que não se importam quão baixo é o piso salarial da Estatal, ou fazemos as compras para alimentar nossos filhos?
   Essa minha situação, acima, é situação típica de várias centenas de Trabalhadores. Essa nossa situação, vivida por pelo menos 1500 empregados da Estatal, é que me motiva a continuar dizendo aqui, na esperança que a Administração da Estatal leia e entenda essa mensagem: "a Situação Salarial dos Empregados Públicos da Estatal Federal Emgepron está em estado crítico". O Desespero gera toda essa revolta sentida nos Empregados da Estatal.

   No meu caso, sinceramente, essa revolta, gerada pelo estrangulamento salarial feito aos Trabalhadores, faz-me dizer, abertamente, que essa situação não pode continuar e que os Empregados da Estatal não engolem essa "estória" de cenário econômico desfavorável, pois, quando o cenário econômico estava em céus de Brigadeiro e mar de Almirante, nada foi feito para que os Trabalhadores Públicos da Emgepron pudessem atravessar esse cenário econômico ruim atual sem ter que ver, hoje, suas famílias submetidas a sufoco financeiros. No mínimo, a Administração da Estatal deveria, junto ao Almirante Mário, buscar atenuar a situação dos Empregados da Estatal dando aos Trabalhadores condições mínimas para que eles e suas respectivas famílias possam sobreviver com o salário que ganham (até que esse PCS seja levado ao DEST/MPOG para aprovação).

   É esse Desespero vivido na Estatal, devido a esse estrangulamento salarial feito aos Trabalhadores, que me motiva a buscar oportunidades fora da Emgepron. Mas, enquanto dentro dela eu estiver, vou continuar dizendo: "O que vocês estão fazendo com os Trabalhadores é covardia". Sim, covardia!

   Na reunião no Gabinete do Almirante Mário, falei sobre esse dilema que vivo em minha casa que, com certeza, é vivido por centenas e centenas de Trabalhadores da Estatal Federal Emgepron.

   Naquela reunião, logo de cara, o Almirante Mário nos colocou a par da situação do Arsenal e cenário que não vislumbra reajustes salarias aos Empregados da Estatal, nesse ano. Eu e os outros três trabalhadores sabíamos que se a coisa fosse para esse lado: DEST, Orçamento, PCS da FIA que não será aprovado pelo DEST, etc., seria difícil propor solução para nossos problemas.

   Companheiros, fizemos o melhor que pudemos com o material que tínhamos em mãos, e, mesmo assim, não sei se o Almirante que nos ouviu conseguirá sensibilizar a Administração da Estatal para a situação em que vivemos.

   Na reunião com o Almirante Mário, vendo que não teríamos como cobrar piso salarial igual ao de profissionais lá fora, dissemos que a Estatal precisa olhar para os Trabalhadores da Emgepron; dissemos que, se a situação continuar assim, será como TNT. Falamos que é esse ARROCHO SALARIAL desumano que tem sido o pivô de toda revolta, vontade de protestar, de se manifestar que se encontra no Trabalhador da Estatal.

   Tudo que esse Blog sonhou foi com a justiça; sonhei com o fim das demissões em massa que presenciei em 2011, 2012 e 2013, não com manifestação nas ruas etc. Sonhei com a Justiça vinda de um malhete "nas mãos" da Juíza Gláucia...

   Sonhei com a "representatividade sindical" como se ela fosse solução para implantação do Piso da Categoria. Mas nada aconteceu como o esperado. O Sindimetal teve a vitória dele e negociou a liberação dos 3 milhões de reais em impostos sindicais, mas, na nossa vez, a Estatal contratou o Advogado de 1 milhão e meio de reais que anulou a intimação de cumprimento da sentença e abriu Ação Rescisória, visando afastar o Sindimetal Rio dos assuntos Empregados da Estatal.

   Em sã consciência, quem desejaria guerra à paz? 

"Há poucas coisas na vida que podemos deixar para que o Destino Resolva". 

   Uma dessas coisas é que, quando nossa família sofre pelo baixo salário que recebemos em quaisquer empresa, indústria, firma, fábrica etc., não podemos deixar para que o Destino resolva.

   O Blog pede que os Trabalhadores aguardem. Sejam pacientes.

   Demos à Administração da Estatal todos subsídios para que ela venha entender a necessidade real que os Empregados da Estatal estão passando.

   Na conversa com o Almirante Mário, deixamos claro que, se o PCS da FIA não vai ser aprovado, o DEST não autorizou reajustes salariais algum, não há orçamento da União para que o AMRJ pague a folha de pagamento com o Pessoal da Estatal relativo ao Piso da Categoria, então que ela intervenha naquilo que não aumenta os encargos trabalhistas e não precisa de autorização do DEST/MPOG, os quais são redução dos custos que temos em contracheques toda vez que usamos o PAMSE (Plano de Saúde da Emgepron) e o aumento da Cesta Alimentação, do "simbólico" R$ 56,00 para R$ 500,00.

   Fizemos isso, tendo em vista o que nos foi exposto. Tivemos visão clara que não adiantaria insistir em Piso Salarial igual ao da CCT/SINAVAL.

   O que o Blog pede é que os Trabalhadores estejam atentos. Não desejo que tenhamos que novamente voltar à rua para protestar, como em 20 de maio de 2014. Como disse: "só os loucos podem apreciar mais a guerra que a paz". Mas, se a nossa proposta mais básicas e enxutas, como a que foi levada ao Almirante Mário por mim e pelos outros três trabalhadores visando dar chance dos Trabalhadores poderem honrar seus compromissos e alimentar seus filhos e esposas até que o dilema Emgepron X Sindimetal Rio tenha fim e o PCS da FIA venha a ser aprovado, não for coberto pela Estatal, teremos que pôr nossos Planos de Buscar chamar a Opinião Pública através do ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO e protestar em frente ao Prédio do Ministério Público do Trabalho (MPT), para que o MPT intervenha e investigue essa Ação Rescisória movida pelo Drº Medina, em prática.

   Não faço isso em tom de ameaças, ou intimidação, pois ATOS extremos como esses são frutos de desespero de Pais de família que veem, ano após ano, a Administração da Estatal se recusando a buscar o fim desse Arrocho Salarial, desde 2007 (data do último PCS): Nos sentimos sendo matados na unha.

   Ficará insuportável, se a Estatal repor nossos salários somente o IPCA. Se os Empregados da Estatal não reagirem com ATOS Organizados de Manifestação e Protestos, tenho para mim que a Estatal pensará que estamos confortáveis com essa situação de arrocho salarial infinito.

   Precisamos de subsídios, como os que foram propostos, para que enfrentemos esse ano 2015 a 2016 até que haja desfecho dessas duas frentes que poderiam trazer alívio aos Trabalhadores, ou os Empregados da Estatal não suportaram.

   A Ação do SINDIMETAL Rio gerou em mim a falta de confiança. Não por eles terem sacado os R$ 3 milhões em impostos sindicais, acho mais do que justo que eles recebessem essa fortuna após esses 13 anos de luta judicial, meu problema é que eles não resolveram nossa parte. Então considero injusto que só o Sindicato tenha se dado bem nessa negociação com a Estatal. Isso tem sido uma espinha atravessada na minha garganta. Eu não consigo perdoar, pois foram várias reuniões com a  Administração da Estatal e,  antes de todas elas acontecerem, eu, Nilo e outros Trabalhadores, exigimos a presença de pelo menos um Trabalhador verdinho, e as respostas eram, invariavelmente, "NÃO"/ sempre havia o mesmo argumento: Isso é reunião "técnica". De forma deliberada e à inocência de consciência, esse Blog apoiou o SINDIMETAL RIO. Mas, não posso cometer o mesmo erro achando que o apoio do Sindimetal Rio pode ajudar em algo novamente, uma vez que falharam.

   Ainda assim e apesar disso tudo, peço aos Trabalhadores que estejam Unidos e mantenham a calma.

   Temos que convencer os Trabalhadores que precisamos do apoio de todos. No ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO, ficaremos em frente ao prédio do HEMORIO denunciando publicamente nossa situação.

   No ATO de Protesto, em frente ao MPT, pediremos ao Promotores que acompanhem toda AÇÃO do Drº Medina nessa AÇÃO RESCISÓRIA.

   O Blog sabe que temos que agir pelo bem estar de nossa família.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Um resumo da Reunião dos 4 trabalhadores com o Almirante Mário.


 
   A Reunião com o Almirante Mário e os quatro trabalhadores iniciou-se com ele, na entrada da sala de reunião do Gabinete dele, cumprimento os trabalhadores e os Trabalhadores cumprimentado-o e se apresentando. O Almirante Mário Tratou-nos com urbanidade e respeito, todo tempo que conversou conosco.

   Logo que fomos convidados a nos sentar, ele anunciou que haveria um café para a gente e, em seguida, ele apresentou as pessoas presentes à mesa: Comandante Vice-Diretor Industrial, a Secretária dele e Comandante Chefe da Inteligência, todos sentados em torno da mesa.

   O Almirante iniciou a Reunião explicando o que o motivou que nos chamasse até ao Gabinete dele: _ Porque chegou ao meu (dele) conhecimento que vocês (trabalhadores) estão fazendo um movimento brando, sem distúrbio, na hora almoço, sem distúrbio, sem problema nenhum. Ele continuou: _ Acho que querendo iniciar um movimento por conta de algum reivindicação que vocês (trabalhadores) estão fazendo com relação à Empresa de vocês.

   Nisso o Almirante pergunta aos Trabalhadores: _ Vocês estão aqui a quantos anos? Os Trabalhadores respondem e, como eu sou o trabalhador com menos tempo na Emgepron, dentre os três, o Almirante concluiu: _ Você (eu, Alexandre), eu não sei se já, mas vocês três (eu e os três outros trabalhadores) presenciaram o negócio de amendoeira que teve aqui. Lembram? Ele continuou: _ Pois é, graças a Deus, depois que eu assumi o Arsenal (AMRJ) aqui, em Abril de 2012, eu nunca mais tive esse problema aqui de servidores RJU, na amendoeira, com reivindicação. E, continua: _ Eu acho até que não foi coincidência; porque que não foi coincidência? _ Pela minha forma de ser, pela forma franca e aberta de tratar com as pessoas. Porque, quando eu cheguei aqui, a primeira determinação que eu dei para o Departamento de Pessoal do Arsenal foi a seguinte: "Olha, eu quero transparência total com os funcionários; eu quero que eles sejam bem informados; eu quero que eles sejam bem tratados no Departamento Pessoal". Tinha um negócio aqui que o Departamento de Pessoal só atendia o Servidor Terça e Quinta, eu mandei acabar com isso. O Servidor tem que ser atendido na hora que começa o expediente até a hora que termina o expediente. _ Porquê? _ Porque que estou do lado dos servidores como eu estou do lado de vocês (nós da emgeprom). Ele continua: Eu sou Diretor de um Estaleiro que tem que trabalhar. Se eu não puder contar com as pessoas que estão aqui para trabalhar, para me ajudar a cumprir as minhas tarefas, a minha administração vai ser um fracasso, eu não vou conseguir sucesso. _ Se a obra que as pessoas fazem aqui em baixo não der certo, meu amigo, o culpado sou eu. Não é o "Joãozinho", não é o "Pedrinho", não é o "Zezinho" não; O Culpado sou eu. Eu estou aqui é para isso mesmo, para ser culpado se não der certo. Mas, também, para receber os parabéns, se der certo. Então, é, continuou ele, estou dizendo isso tudo para dizer para vocês é o seguinte: _  De mim, vocês podem esperar total transparência, total sinceridade e eu quero ouvir de vocês o que a gente pode fazer para ajudar vocês? _ Porque eu não quero transformar isso numa reivindicação. O Almirante continua: _ Daqui a pouco, começa a ter movimento, começa a fazer isso porque não tem informação disso, não tem informação daquilo; até porque isso não vai resolver nada, a gente não consegue resolver nada assim, só tumultua o ambiente. Ele continua: _ É isso. Eu quero ajudar vocês naquilo que estiver ao meu alcance e derrepente tentar esclarecer alguma coisa que para vocês possam ter uma ideia diferente de como a coisa acontece. Ele continua: _ Eu quero ajudar vocês. _Para vocês não ter que ficar fazendo movimento nenhum aqui embaixo, alguém tem que ouvir vocês. _Eu quero ouvir vocês e estou disposto a levar as reivindicações de vocês até a Diretoria da Emgepron.

   Nisso, um dos trabalhadores incia a parte da fala dos Trabalhadores: _ Eu quero esclarecer o seguinte: A gente não tem nada contra o Arsenal (AMRJ), nós não temos nada contra a Marinha, mas o que está acontecendo conosco não dá para a gente ficar calado. E continua: _ O senhor acredita que tem trabalhador agora ganhando R$ 700,00 por mês? Como um chefe de família pode sustentar uma família ganhando R$ 700,00 por mês?

   A ideia desse Blog sempre foi fazer os trabalhadores entenderem que precisam lutar contra a injustiça que sofrem, desde 2012; nesse ponto o Blog fracassou. O Movimento de Protestos silenciosos foram provas disso. Mas a luta continua.

  O Problema não é lutar contra o Leão, o problema são os balidos das ovelhas. Quando lutamos contra o Leão, sabemos que podemos até morrer. Mas, como suportar o balir das ovelhas?

   Essa transcrição se encerra aqui. Posso cometer erros de interpretação, pontos podem ser omitidos que podem levar os trabalhadores ao erro. 

Segue um extrato da reunião:

 
   O Almirante Mário pediu aos Trabalhadores que dissessem o porquê dos protestos. Levamos a ele que este arrocho salarial está causando problemas psicológicos e familiares nos Trabalhadores. Dissemos que todo impulso de manifestação e até os protestos dentro do AMRJ são frutos desse Arrocho. Dissemos que esse Arrocho Salarial irá tomar dimensões tais que ficarão fora até do nosso controle, pois há muitos trabalhadores que estão passando fome literalmente com esse salário líquido de R$ 600,00 e R$ 700,00.

   O Almirante nos disse que não há previsão no orçamento que preveja aumento salarial para os Trabalhadores. Dissemos a ele que, se a coisa continuar nessa linha, a coisa vai ficar insuportável; dissemos a ele que a Estatal precisa entender isso. Se continuar assim, ou os trabalhadores terão que pedir demissão, ou vão morrer à míngua dentro do AMRJ.


   O Almirante Mário reconheceu que o piso salarial dos Trabalhadores está a baixo do piso salarial do mercado e que está chegando a um salário minimo; reconheceu, realmente, que não dá para sustentar uma família com um salário de R$ 700,00. Mas nos alertou de uma reunião tida com o Chefe dele sobre o Cenário de Orçamento da União que deverá fazer sérias revisões de contratos já fechados com o AMRJ; disse estar com fatura que passa de 5 milhões do mês de Janeiro e não há dinheiro para pagar, além de uma dívida em torno de 12 milhões, em faturas anteriores com a Estatal. 

   Os Trabalhadores propuseram que, se o Orçamento da União não prevê nenhum aumento salarial, a Administração da Estatal e o Diretor do AMRJ poderiam buscar subsídios dentro dos benefícios diretos, como descontos menores no Plano de Saúde e o Aumento da Cesta Alimentação dos R$ 56,00 para algo em torno de R$ 500,00. Dissemos que os descontos do Plano de Saúde consomem metade de nossos salários quando precisamos usar ele para exames de nossa família. Explicamos que, com a redução dos descontos do PAMSE e o aumento da Cesta Alimentação para esse valor proposto, os trabalhadores teriam condições de pagar suas contas e alimentar suas respectivas famílias até que esse PCS fosse aprovado; dissemos a ele que isso não tiraria os Trabalhadores do sufoco, mas evitaria que os Trabalhadores da Emgepron no AMRJ continuem a viver esse sufoco, a ter suas famílias na zona de fome. Nisso, possível redução nos descontos do PAMSE e Aumento da Cesta Alimentação, ele disse que não é impossível de analisar, mas que, possivelmente, o PCS da FIA não será aprovado esse ano. Repetimos que a Administração da Estatal precisa fazer esse esforço de atenuar os descontos do PAMSE no contra cheque e aumentar a Cesta Alimentação dos R$ 56,00 para o mínimo de R$ 500,00, isso é, para atenuar o sofrimento e acabar com a insatisfação que impulsiona os Trabalhadores a Ações de Manifestações e Protestos contra os Baixos Salários. 

   Enfatizamos que a Estatal precisa olhar para os Trabalhadores até que o PCS da FIA seja aprovado e os trâmites judiciais da demanda entre Sindimetal x Emgepron se resolvessem. Os Trabalhadores pediram para que ele peça a Estatal que reduza a carga de descontos com o PAMSE nos contra cheques e aumente o benefício Cesta Alimentação para o valor de R$ 500,00.

  Nosso pedido foi para que ele interceda junto a Emgepron para que os trabalhadores possam alimentar suas famílias com os salários que recebem, pois o arrocho salarial tem sufocado os trabalhadores.

   Ele prometeu que essa proposta, que considerou razoável, será levada à Administração da Estatal. Disse que não será fácil achar meios, mas prometeu buscar, junto à Administração da Estatal, solução para essa proposta de tirar os Trabalhadores dessa zona de fome, de desconforto, que tem sido o pivor de toda insatisfação e revolta contra a injustiça que eles têm sofrido. Ele considerou que não é impossível, dentro do proposto Redução do valor com encargos com o PAMSE e aumento sugestionado à Cesta Alimentação, já que a questão aumento salarial estaria fora do orçamento da União.

  Nós vamos esperar, conforme combinamos. Se o Almirante não entrar em contato conosco em 30 dias, a contar do dia 02, dia da reunião com ele, vamos até ele.

   Conforme foi combinado, quando idealizamos o ATO de Protestos dentro do AMRJ: "queríamos que a Administração da Estatal nos ouvisse e desse uma solução a esse Arrocho Terrível". Mas o Diretor do AMRJ nos ouviu e explicou a previsão do orçamento que não prevê reajustes para nós. Ele se comprometeu a conversar com a Administração da Estatal, agora, se haverá solução ou não, não dá para prever.

   Depois dessa resposta, se for negativa, colocaremos em prática a realização do ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO e, o segundo ATO de Manifestação, vamos para frente do Ministério Público do Trabalho (MPT) protestar contra a Ação Rescisória da Estatal numa sentença transitada em julgado que garantiu aos Empregados da Estatal o status de Metalúrgicos em área naval.

   Trabalhadores, tenham paciência. Sei que as coisas estão sufocantes para a maioria de nós. Apesar de todo sufoco, vamos aguardar, pois esse foi o combinado: "Sermos ouvidos". 

  Ficar parados, não dá: "É ir para Rua Protestar contra o Arrocho Salarial Cruel que estamos sofrendo, ou morrer de fome dentro do AMRJ".