Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Há algo de muito errado em tudo isso... Ou a Fundação Instituto da Administração (FIA) "não" cumpriu o contrato e o PCS que ela se comprometeu a Elaborar pelo Preço de R$ 894.450,00 (oitocentos e noventa e quatro mil reais) "não" está pronto ou o Drº Moutinho não sabe que o PCS elaborado pela FIA está pronto.

Sou um pai de família... 

Me preocupo com a situação de minha família... Com a saúde e o futuro de meus filhos...

   Senhores Administradores da Estatal Federal Emgepron, por favor, não brinquem com a realidade de homens e mulheres trabalhadores. O fato de eles se silenciarem sobre tudo isso é por que sentem medo, não por que sejam coniventes com essa situação injusta.

   Prefiro ser demitido, quando chegar ao Trabalho, amanhã, a calar-me diante de tanta injustiça.

   A Fundação Instituto da Administração (FIA) elaborou um PCS... Teve um prazo contratual de 09 meses e o contrato dela encerrou-se no mês de Fevereiro de 2014 (ano passado). 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Administração da Estatal remarcou data da Reunião com o Sindimetal.

O jurídico do Sindimetal disse que não compareceu a reunião com a Administração da Estatal para discutir o Acordo Coletivo por terem tido compromissos naquele dia.

A Administração da Estatal remarcou a data da reunião com o SINDIMETAL para o dia 08/4/15.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Estatal convida SINTEC Rio e Sindimetal Rio para estarem na Sede da Estatal.

   A Administração da Estatal Emgepron convocou para amanhã, dia 24/03/15, os Sindicatos, Sintec Rio e Sindimetal (o Blog não sabe se outros mais sindicatos, além desses dois,  foram convidados pela Administração da Estatal) para discutirem pauta do Acordo Coletivo de Trabalho  (ACT).

   Segundo o Jurídico do Sindimetal, o
convite chegou até eles através de e-mail enviado às 9h46min do dia de hoje, 23/03/15, por Eliana, em nome da Estatal Emgepron.

   As reuniões com os dois Sindicatos acontecerão em horários diferentes, sendo a reunião com o Sindimetal no horário da manhã.


As famílias dos Trabalhadores sentem fome. Pedem o Mínimo de Justiça, ainda que os Trabalhadores, Pais de família, sintam medo de dizer isso.


Quase Um Milhão de Reais pagos à FIA (Fundação Instituto da Administração) para fazer um Simples Plano de Cargos  e Salários (PCS)...

Quase Um Milhão de Reais (R$ 894.450,00) para um serviço de apenas 9 meses... Só lembro que o PCS da AMAZUL foi feito pela FIA (Leia, pag. 12).

sábado, 21 de março de 2015

PCS: Não tem data para sair e que provavelmente este ano só o IPCA



Meus amigos,


Sexta feira, 06 de março, às 12:20, fizemos uma reunião com os colegas, na qual estava presente o Eraldo e o Alexandro para falarmos o que foi dito no encontro com o Almirante Mário, diretor do Arsenal. A reunião durou por duas horas.


Foram discutidos os seguintes pontos:


- Revindicação: Será incluída no PCS;


- PCS: Não tem data para sair e que provavelmente este ano só o IPCA;


- DEST: Eu acho que é incompetência dos diretores da EMGEPRON junto ao DEST, mas os xxxxxxxx acreditam que é falta de boa vontade da empresa para resolver a questão salarial;


- Salário: Todos nós consideramos este salário pago pela EMGEPRON como uma miséria fora da realidade (palavra de um dos xxxxxx), e que realmente não dá para sustentar uma família;


- Demissão: A "empresa não vai mandar ninguém embora". Quem não estiver satisfeito que peça as contas. (novamente a palavra de um dos xxxxxxx); (lembrem-se, por favor, que esse e-mail do XXX foi anterior as demissões na FAJ. Obs: O grifo é desse Blog).


- Motivo: Todos concordamos que a EMGEPRON tem medo que o funcionário demitido peça na justiça a reintegração, alegando perseguição; pois existe uma sentença judicial a cumprir contra a empresa.


Além disso, é difícil encontrar um profissional que queira trabalhar para ganhar este salário de miséria;



- Fatura: Os trabalhadores que faltam, saem cedo ou chegam atrasado são descontados, porém a fatura que chega no Arsenal xxxxxxxxx. Isso é porque o valor que xxxxxxxxxx xxxxxxx, xxxxxxxxxxxxxxxxx.

Ass: xxxxx

(xxxx o trecho substituído por "X" é como disse a você, não publico coisa alguma nesse Blog que, de uma forma ou outra, eu não possa provar. Seus e-mail (até o fechamento desse Blog) serão publicados com prazer, mas somente com argumentos e denúncias que podemos provar.)




quinta-feira, 19 de março de 2015

Ministério Público atende Pedido meu e de outro trabalhador Pede Vista dos AUTOS da Ação Rescisória movida pelo Drº Medina contra a Sentença da Juíza Gláucia:

Essa foi uma Ação Isolada de dois Trabalhadores que sonharam que esse ATO seria parte dos Protestos que se seguiriam após o ATO de Doação Coletiva de Sangue ao HEMORIO.

Se, com o ATO de Doação de Sangue, trouxéssemos os Holofotes da Mídia às Injustiças Salarias que todos (exceção aos que têm função de confiança e cargos comissionados) sofrem na Estatal, em seguida, faríamos um segundo ATO de Protesto.

Esse segundo ATO seria desencadeado em Frente ao Ministério Público do Trabalho pedindo aos Procuradores do Órgão atuação mais enérgica contra a recusa da Estatal de pagar salários condizentes ao Piso Salarial das Categorias que Trabalham na Estatal.



Ações tão simples, mas recusadas pelos Trabalhadores da Estatal (salvo as exceções, algo em torno de 70 homens que veem a injustiça que sofrem e anseiam por justiça).

Trabalhador e Eu pedimos a intervenção do MPT, pois a Estatal perdeu na Justiça e não cumpriu a Sentença (até então, não sabíamos que a Estatal já havia entrado com Ação Rescisória contra a Sentença Transitada em Julgado, no TST).

quarta-feira, 18 de março de 2015

Houveram Novas Demissões na FAJ, a Fábrica de Munição da Marinha do Brasil, hoje, 18/03.

   Hoje, entre 10 a 15 trabalhadores foram demitidos na Fábrica de Munição da Marinha, em Campo Grande, RJ.

  Entre os demitidose estão um Engenheiro e um Contador, segundo informação.

   Como não trabalho na FAJ, não conheço a situação lá dentro e desconheço se está ou não havendo motivação para as demissões, peço que pelo menos um trabalhador da FAJ, ou um que tenha sido demitido nessa leva, entre em contato comigo. Juntos marcaremos um dia para irmos, pessoalmente, ao Ministério Público do Trabalho (meu perfil no G+ se encontra ao lado) o mais rápido possível. Não se sabe quantos mais serão demitidos. Se a Estatal estiver agindo contra as regras, o Ministério Público deve ser acionado.

Mas,

"Se ages contra a Justiça e eu te deixo agir,  então a injustiça é minha."

(Mahatma Ghandi.)




domingo, 15 de março de 2015

Demissões na Fábrica de Munição da Marinha do Brasil, a FAJ, (Fábrica Almirante Jurandir Muller de Campo).

   Chegou ao conhecimento do Blog que, pelo menos, 20 trabalhadores da FAJ (Fábrica de Munição da Marinha do Brasil, em Campo Grande-RJ, podem ter sido demitidos, nessa sexta-feira, dia 13, e há boatos de que novas demissões ocorrerão. Se houve demissão na FAJ, não demorará para que isso aconteça aos Trabalhadores do AMRJ e LFM.

   Até onde a informação chegou ao Blog, foram demitidos trabalhadores antigos e recém-contratados e aposentados; foram demitidos até trabalhadores de nível superior.

   Segundo informação, até uma empresa terceirizada, na FAJ, não teve seu contrato renovado, o que

Pela lei abaixo, hackear senha e bisbilhotar e-mail são crimes; se houvesse sido feita a invasão, seria crime de privacidade, se se passasse por mim, a lei diz que é falsidade ideológica. Na próxima tentativa, haverá denúncia à Polícia Civil: "Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)".

Rua Professor Clementino Fraga, nº 77, Cidade Nova, no prédio da 6ª DP, Rio de Janeiro- RJ.

E-mails: drci@policiacivil.rj.gov.br / drci@pcerj.rj.gov.br
  
 Lei 12.965, de 23 de Abril de 2014,
art. 3°, incisos I, II e III; 
art. 7°, incisos I e II.

    (Relatório de Gestão da Emgepron, pag. 65): O orçamento, ..., foi executado com recursos próprios, ..., "sem a necessidade de qualquer recurso orçamentário adicional do Governo Federal.: "Abre ao Orçamento de Investimento para 2013 crédito suplementar no valor total de R$ 8.207.509,00 (oito milhões, duzentos e sete mil e quinhentos e nove reais), em favor de Companhia Docas e da Empresa Gerencial de Projetos Navais - EMGEPRON

domingo, 8 de março de 2015

"Lutar contra o Leão não me mete medo porque sei que morrerei, quando ele me pegar. Me preocupa mesmo é o balido desesperado das ovelhas."

  Os 70 trabalhadores que sempre estão na luta por justiça dentro da Estatal,

   Recebi seu e-mail, xxxx, li o texto a ser publicado no Blog. Mas, xxxx, como falei com você, esse Blog vai ser deletado definitivamente; não há porque continuar atacando, se defendendo, articulando ação (se há uma coisa de que me orgulho, é cumprir a palavra empenhada). Suas críticas e informações são pertinentes, mas sei que você vai entender minhas razões para não publicar seu texto e aproveito para explicar aos leitores minha decisão de fechar o Blog, de uma vez por todas.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Reunião em frente à Escadaria, junto ao Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede, 06/3.

   A resposta da Administração da Estatal à solicitação de sobrevivência feita pelos quatro Trabalhadores foi "NÃO".



   Atenção: Haverá reunião, amanhã, dia 06/3, com os trabalhadores que quiserem saber mais detalhes sobre o que foi conversado com o Almirante Mário e tirar outras dúvidas.

    Os três trabalhadores pedem para os trabalhadores que quiserem mais detalhes comparecerem, às 12:20, após o almoço, na Escadaria, junto ao Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede.

domingo, 1 de março de 2015

No dia 05, desse mês de março, os trabalhadores que compuseram a primeira comissão, eu e outros três trabalhadores, a pedido do Próprio Almirante Mário, iremos nos reunir novamente com ele.

 Há um Patrimônio da Estatal que precisa de investimento.

   Embora o Almirante Mário nada tenha a ver com nossa situação diretamente, o Almirante quis entender, pela nossa própria visão, o motivo pelo qual nós protestávamos na nossa hora de Almoço no AMRJ. O Almirante Mário nos contatou, através do Serviço de Inteligência (uma vez que os ATOS de Protestos Silenciosos no AMRJ estavam sendo convocados pelo Blog), e nos convidou a falar com ele sobre o que motivava os ATOS; ouvindo a motivação e o que propusemos, ele se comprometeu conosco ser o mediador e levar nossa situação de desespero vivido por nós, e que se agrava exponencialmente em nossas casas, à Administração da Estatal.

   A convocação daquela primeira reunião (leiam-na), por parte do Almirante Mário, foi um ato que merece todo meu respeito por ter sido um Ato Administrativo em que um Administrador de um Estaleiro quis ouvir a razão e buscar solução para o motivo que levava um Pequeno Número de Trabalhadores a Protestar e, acima de tudo, explicar a nós a situação em que vive o AMRJ e suas dificuldades para quitar, todos mês, a fatura de mais de 5 milhões com a mão de obra fornecida pela Estatal.


   Tendo isso sido exposto, entendemos que em nada adiantaria sermos intolerantes naquela mesa de negociação exigindo algo que estava além da nossa capacidade de negociar, uma vez que nem de longe o Almirante Mário se encontrava contra a parede, intimidado pelo pequeno Ato de Protestos iniciado, ou na condição de refém pela situação gerada pelo pequeno número de protestantes que aderiram ao movimento de protestos silenciosos na Escadaria do Ponto de Ônibus dos Trabalhadores da Sede, como pensam alguns Trabalhadores. O fato é: ele buscava, como Administrador, ser o mais diplomático possível, pois reconheceu a razão exposta pelos quatro homens sentados à mesa com ele que o Baixo Sálario recebido pelos Trabalhadores tem sido o pivô dos Atos de Protestos; ele conveio conosco que com o salário líquido recebido por nós não dá para manter uma família, por menor que fosse essa família.

   Entendemos que tínhamos que pensar em nossas situações, dívidas normais como conta de luz, telefone, alimentação de nossas famílias e não invocar as questões sindicais a serem resolvidas, a longo prazo, pela Justiça... Em suma, ali, tínhamos a certeza absoluta que era hora de demonstrar, cabalmente, a ele a nossa necessidade imediata e o caos que o baixo salário líquido que recebemos tem causado na vida social e familiar dos Trabalhadores da Estatal e os problemas de ordem psicológica que têm gerado nos trabalhadores no ambiente de trabalho. Isso, para que ele entendesse o motivo que nos levava a protestar.

   Propomos ao Almirante Mário que ele levasse até a Administração da Estatal que a situação em que nós vivemos é de desespero total devido ao salário líquido que recebemos da Estatal. Pedimos a ele que levasse até a Administração da Estatal que, se nada for feito de imediato, a situação alimentícia dos familiares dos Trabalhadores se agravará ficando em um nível insuportável, pois o que sobra em nossos salários, após os descontos em folha, não ultrapassa os R$ 800,00 (em alguns níveis, como o F1, salário base da Estatal para os concursados para nível fundamental é R$ 952,00, brutos), o salário líquido não chega a R$ 700,00.

   Companheiros, a despeito do que alguns pensam, a Posição do Almirante Mário naquela reunião não era a de um homem refém da situação, mas a de um Administrador que queria fazer com que nós entendêssemos a situação pela ótica administrativa vivida pelo AMRJ, mas, também, ele queria ouvir o que tínhamos a propor a ele. Ouvindo nossa proposta para atenuar a situação gerada pela baixa remuneração, ele se comprometeu a buscar meios, junto a Administração da Estatal, para resolver a situação.

   Concordem ou discordem do que escrevo aqui, mas esse Blog é o canal pelo qual nos comunicamos, é um meio de comunicação e de articulação nosso. A maioria dos Trabalhadores não teria feedback das reuniões com o Almirante Mário sem esse instrumento, por isso, peço que entendam, tenho responsabilidades aqui; é meu dever analisar a situação vivida por nós, denunciá-la e expor meu ponto de vista sobre o que entendo ser certo ou errado (ainda que pague preço alto por isso).

   A minha posição é que, mesmo que a Resposta vinda da Estatal seja negativa, os Atos de Protestos dentro do AMRJ não devem ser retomados.

   Somos homens e mulheres livres e maduros. Sabemos que a única forma de falarmos com o Governo sobre nossa situação salarial ou é usando a força da massa de trabalhadores nas Ruas (que não é o nosso forte) ou, no nosso caso, devemos ir nos articulando por meios eficazes que façam nossas vozes chegarem até aos ouvidos dos que precisam nos ouvir e estão, nesse momento, decidindo nossa situação (cito, como exemplos, os Procuradores do MPT que investigam as denúncias feitas por trabalhadores contra as Demissões em Massa pela Estatal, o não cumprimento do Piso Salarial da CCT/SINAVAL, as diferenças de remunerações entre trabalhadores que exercem as mesmas funções, dentre outras denúncias; a Turma de Desembargadores, tendo como Relatora a Desembargadora Sayonara Grillo (TRT Rio) que está julgando a Ação Rescisória que visa anular a o Direito do Sindimetal Rio de ser nosso Representante, em consequência, anular direitos Trabalhistas Metalúrgicos ganhados com essa Representatividade).

Relação de Empregados pedido pela Procuradora do Trabalho
 SABELLA GAMEIRO DA SILVA TERZI (documento confidencial).

   Quando digo que temos que lutar para que nossa situação se resolva, vislumbro o Poder dessa Estatal e a Força Governamental com que ela se mantém.

   No documento acima, vi o interesse para que a coisa se perpetue da mesma forma que está. A força usada para que a ordem natural das coisa não se inverta... Tudo isso quando vejo documentos, em cujo título está escrito "confidencial", entregues ao Ministério Público do Trabalho, em 03/02/2015. Ali, vi Profissionais que, ou por motivo de doença ou aposentadoria, estão afastados ou aposentados, a época, com salários de R$ 610,00, sendo ele um Pintor, afastado por doença; outro caso, R$ 890,00, sendo um Oficial Industrial/Mecânico, aposentado por invalidez (esses são apenas dois exemplos), digo a vocês que algo tem que ser feito.

   Não será pela força, isso é fato, mas precisamos ir até Brasília: Sim, vocês podem se calar, se omitir, é um direito de cada um de vocês. Mas, penso, nós podemos, juntos, fazer algo para mudar isso. Embora eu não compartilhe mais da velha ideia de se chamar atenção parando trânsito e causando o caos urbano, quando temos 1700 votos, diretos, a serem depositados nas urnas a favor de alguém que nos apoie. Sim, podemos ajudar a eleger um político nosso. 

  Discordo, terminantemente, de usarmos novamente os meios que já usamos para ir até Brasília pela via politica, pois eles falharam vergonhosamente em nos proteger. Falharam naquilo que considero o mais sagrado: "salários dignos". 

   Devemos buscar outros caminhos que abram as portas do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão/MPOG.
   Algo tem que ser feito, se não forem os Trabalhadores, não será mais ninguém.

   Nesse documento, em poder do Ministério Público do Trabalho, está a relação de Todos os Trabalhadores ativos e afastados por invalidez ou doença. Nele se vislumbra a justiça salarial quando um Assistente em Administração contratado em 1988 tem sua remuneração em R$ 4.625,00 e a injustiça quando há um Oficial Industrial/Eletricista contratado em 2007 que tem sua remuneração em R$ 1.077,00, quando o piso salarial de sua Convenção diz R$ 2.353,03.

   Sim, nós podemos nos calar, é um direito de cada um. Mas nós podemos fazer algo para mudar isso.

   Somos tem 1700 votos, em potencial, a serem depositados nas urnas a favor de alguém que nos apoie. O Voto é uma arma poderosa apontada para um político e podemos usá-la a nosso favor, sem que precisemos "bater de frente" com o Almirantado que Administra a Estatal.

   Somente usando a força de 1700 eleitores que se comprometam a votar em um Politico que leve essa injusta situação salarial até Brasília e convoque o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para resolver a situação.

   Podemos apoiar um Político que não use demagogia conosco, mas que realmente fale do Plenário à Câmara, ao Senado Federal. São votos, os Trabalhadores. Somos 1700 votos, isso sem contar os Votos de nossas respectivas famílias e amigos. Podemos oferecer essa força de apoio nas urnas ao contatarmos um politico e pedir que ele nos apoie levando nossa situação ao Plenário para Votação, ao Senado, ao Ministro do DEST/MPOG. Podemos apoiá-lo nas urnas, se ele se demonstrar lutando por solução à nossa situação.

   Não se trata de utopia, isso é possível, é um ATO que só é preciso, novamente, de UNIÃO dos Trabalhadores no propósito proposto.