Entenda a realidade na Emgepron.

Entenda a realidade na Emgepron.
Observem: Nesse Blog não há intenção de denegrir ninguém. A ideia é tornar pública as injustiças e estimular a luta por justiça. As referências feitas a pessoas são meramente por situações ocasionais e contextuais que ajudam ou, muitas das vezes, dificultam essa tão sonhada justiça, situações típicas de "ligar o milagre ao santo" que o praticou. O Blog se destina a crônicas, opiniões, desabafos e comemorações sobre a vitória dos Trabalhadores sobre a Injustiça.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.

DOCUMENTO PUBLICADO EM 23 DE AGOSTO DE 2014.
DOCUMENTO DO 1° DN À PROCURADORA ISABELA TERZI DO MPT/ADMINISTRAÇÃO DA ESTATAL CONTRATOU O ADVOGADO DE 1 MILHÃO QUINHENTOS E QUARENTA E OITO MIL REAIS PARA ANULAR A SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

REUNIÃO ENTRE MTE E EMGEPRON, HOMOLOGAÇÃO AGENDADA. (Emgepron diz no Acórdão do Thiago que não faz manutenção em Navios). SISTEMA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO: homologação pelo TEL 158:



    


Feliz Dia dos Trabalhadores antecipado, Metalúrgicos da Emgepron!!!
    Na Emgepron, o dia que melhor a representar o dia para se comemorar Dia do Trabalhador é o 1º de Abril (dia da mentira), não 1º de Maio:
    No Acórdão do Thiago Serralheiro, Estatal disse a Desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho que não faz "manutenção" em navios.
Estatal diz aos Desembargadores que não faz manutenção alguma em Navios...
Tem sido assim.
Atualização.

 
Ontem compareci ao MTE para homologação.


  
    Quando o homologador iniciou a verificação dos cálculos feitos pela Estatal, verificou que os cálculos estavam errados; cálculos como 50% sobre alguns valores, por exemplo....

    Outro ponto que o homologador não permitiu homologar: A Estatal apresentou CCT do ano de 2014, quando a de 2015 está em vigor. Peço que aos que agendaram ou que a Estatal enviou telegramas para homologar que baixem a CCT e levem consigo para confrontar com a cópia levada pela Estatal.

   Perguntada pelo Homologador quem inseriu os dado do termo de rescisão de contrato de trabalho (TRTC), a preposto (funcionária do RH) disse que não havia sido ela.

E-mail enviado à Servidora Mayla/MTE explicando o motivo da não Homologação.
Leia mais aqui: consultem-seus-advogados-antes-de-fazer.html

REUNIÃO ENTRE EMGEPRON E MTE:

    O Superintendente do MTE e o Fiscal do Trabalho se reuniram com a Emgepron e houve um acordo para que as homologações fossem feitas e os trabalhadores entrassem na justiça pela correção dos valores ou , se quisessem, poderiam não homologar e entrar na justiça exigindo que a homologação seja feita com parâmetros da Convenção Coletiva.

    A Chefe do RH e funcionária Solange mudaram seus E-mails ou nos estão bloqueando, por isso os E-mails estão voltando.

    Todos que tiverem agendado por telefenome 158 levem o comprovante pessoalmente e protocolem no E-mail corporativo da Estatal, se quiserem.

Por E-mail em respostas, funcionária Solange respondeu que está em férias, deixa como contato funcionário a ser contatado cujo E-mail é marcelo.basílio@egpron.mar.mil.br

rh@emgepron.com.br

sábado, 16 de abril de 2016

Não tem como correr... Há notícias concretas de Metalúrgicos que tiveram suas homologações realizadas no MTE.

    ONTEM CONFIRMEI COM UM ELETRICISTA QUE ELE HOMOLOGOU A RESCISÃO DE CONTRATO DELE NO MTE. DEPOIS, POR E-MAIL, FUI AVISADO QUE UM PINTOR TAMBÉM HAVIA HOMOLOGADO.  

    O Almirante, Diretor da Estatal, e seu séquito composto de civis e militares aposentados e da ativa, ocupantes de lucrativos cargos comissionados, entendem os trabalhadores públicos da Estatal como terceirizados e a Estatal uma prestadora de serviços à Marinha pior que as terceirizadas privadas, logo, se o "contratante" não está pagando sua parte no contrato (como se a Marinha fosse uma empresa privada qualquer de fundo de quintal) por ter outras prioridades com a terceirização de serviços executado pela Estatal, comprar navio sucata Siroco (Bahia) da França, os Oficiais da Marinha do Brasil, no controle da Estatal, logo lançam olhares maliciosos e avermelhados para vocês... Demite-os!!! Esfregam as mãos, uma contra a outra, ávidos por demitir concursados e manter pagamentos a servidores RJU do Arsenal com gratificações superiores em vezes ao maior piso salarial da maioria dos verdinhos, técnicos, nível superior... então os citados Oficiais da Marinha demitem os trabalhadores. Não querem saber que concorreram a concursos públicos para estar naquele Emprego e por isso estão respondendo a séries de denúncias no Ministério Público e MTE e espero que aja uma Ação Civil Pública, em breve.


    Não adianta correrem da briga, companheiros, os Oficiais da Marinha sempre tiveram muita sede em vocês. Seus salários saem direto da conta do AMRJ, FAJ, LFM e é fiscalizado pelo Tribunal de Contas da União, TCU. É muito diferente do que acontece com as terceirizadas da Marinha que têm trabalhadores menos qualificados que vocês. O dinheiro que sai dos cofres das OMPS-I da Marinha vão direto para as contas bancárias dos donos das gatas, SKM, FEMAR etc. Diferentemente, também, dos Servidores Transformados na época do Collor de Melo e concursados cuja remuneração sai dos Cofres do Ministério da Defesa, então não são "peso" para os Oficiais da Marinha do Brasil.

    Vocês, empregados da Estatal, são pedras no sapato desses homens por não darem lucros a pessoa física, como os dão terceirizados da iniciativa privada....

    Eu comparo a Emgepron como típico valentão que distribui porrada em todo mundo e todos se mantém amedrontados.

    O espírito dos trabalhadores da Emgepron é de medo por isso eles e suas famílias sofrem.

Link para o comentário: metalurgicosdaemgepron.blogspot.com.br/2016/04/resposta-do-juiz-da-48-vt




Valores pagos mensalmente para, compulsoriamente, os trabalhadores fazerem 
refeições no Rancho do AMRJ:



quarta-feira, 13 de abril de 2016

RESPOSTA DO JUIZ DA 48ª VT A NOSSA SOLICITAÇÃO DE PERÍCIA ACOMPANHA E DÁ SEU PARECER/ JUIZ NEGA SIGILO NO PROCESSO À ESTATAL.

Abaixo, Nilo ditou essa Observação a ser peticionada ao Juiz da 48ª VT, quando ouvimos o parecer da Perita contratada pelo Sindimetal Rio que o RH da Estatal havia levado os Perito do MTE apenas aos Diques vazios e que nenhum outro navio fora visto atracado no AMRJ.



Abaixo, resposta do Juiz da 48ª VT, além de outros despachos (inclusive negando o "segredo de justiça" solicitado pelo Oficiais da Marinha).

Com o relatório financeiro da Estatal exposto, os Advogados Individuais dos trabalhadores poderão constatar que há muitos milhões acumulados com desespero financeiro de homens e mulheres que se dedicaram a trabalhar na Estatal guardados em bancos.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Consultem seus Advogados antes de fazer os procedimentos da própria homologação.


Email enviado ao Sindicato
 Para Agendar a própria homologação façam o seguinte:

    Antes, liguem para o RH da Estatal e perguntem se já agendaram data para sua homologação. Se não agendaram, façam o seguinte:

    Liguem por telefone fixo para o MTE pelo tel 158 (obs.: a operadora OI pode dizer que o número não existe, mas continue tentando digitando pausadamente os três números, não esqueçam disso);

Depois, digitem opção 9;

em seguida, "homolognet" na opção 2.

    Quando atendente lhes atender, e isso pode demorar, expliquem nossa situação informando que a Empresa diz que "espera" por vaga no MTE, ou desculpas semelhantes, mas vocês sabem que isso não procede pois vários amigos seus agendaram data por telefone e comunicaram a empresa data da própria homologação marcada por eles.

    Lembre-se: Não sei se a Emgepron vai comparecer `à homologação agendada e é bem provável que não compareça pelos motivos do código sindical.

Uma coisa é certa, vocês jogam toda responsabilidade para cima da Estatal.

Acho que isso produz provas de que não houve inércia do trabalhador (a), caso precisem pedir alvará na justiça para liberação de seu FGTS, além de processo por eventual perda do prazo de 120 dias e danos morais por, nua situação hipotética, não conseguir dar entrada no Seguro Desemprego em tempo hábil.

    Anotem o protocolo do atendimento que os servidores do MTE lhe daram por telefone e enviem a cópia do Agendamento por telefone do MTE anexa, por E-mail corporativa da Emgepron, para a Chefe do Recursos Humanos, Giovanna Anunciação e Solange:


    Entreguem cópia do Agendamento pessoalmente ao RH da Empresa. É provável que eles não queiram receber o documento para não se "comprometer", mas, ainda que não queiram receber, deixem na mesa deles ou em qualquer lugar no RH da Estatal, no AMRJ.

    Obs.: "Consultem um Advogado antes de fazer os procedimentos acima".

    Para pegar o protocolo do Agendamento da Homologação entre no site: saaweb.mte.gov.br. Opção reagendar, vai ser preciso digitar o número de seu PIS.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Servidora do Ministério Público do Trabalho, MTE, responde E-mail.

Uma cópia do print desse E-mail será enviado ao Sindicato solicitando que envie Ofício ao Ministério do Trabalho para que essa pouca vergonha com direito de trabalhadores tenha um fim.




Um dos E-mail enviados à Servidora do MTE.


Resposta da Servidora e aviso de que Fiscal do MTE está incumbido de averiguar o que está havendo (não sei se eles estará preparado para tantas mentiras da parte de uma Estatal no militarismo que deveria ser pautar somente na verdade).

Dissídio Coletivo de trabalho do Sintec Rio para ser oficialmente Sindicato da Emgepron.
                                     

NÃO SUBESTIME O TRABALHADOR.
NÃO BRINQUE COM DIREITOS DAS PESSOAS.

domingo, 10 de abril de 2016

E mente, descaradamente: Esse é o conflito que a Estatal da marinha não revela aos trabalhadores.

     Cleiton Antônio de Paula, trabalhador demitido da FAJ e autor de uma denúncia no MPT que ameaça a Estatal à multa de R$ 50.000,00 reais por cada nova demissão imotivada, enviou um e-mail para mim indignado com o golpe que os Trabalhadores da FAJ sofreram dizendo o motivo que o levou a telefonar para a secretária do Superintendente e pedir agendamento para ele poder explicar ao Superintendente o que estava acontecendo (coisa que venho tentando fazer), uma vez que havia meses da demissão e a empresa alegando não ter vagas para homologar no MTE os deixava numa situação desespero.

    A Empresa não fará as homologações. Continuará mentindo dizendo que não há vagas, que devem esperar por um telegrama vindo dela.

    A homologação depende da empresa pois ela que tem de enviar o termo de rescisão de contrato de trabalho para o MTE com os dados de tudo que recebemos. A demora da empresa e por causa disso, e somente por isso o Superintendente do MTE deve pressionar a Empresa para marcar as homologações.

    Os técnicos estão homologando suas rescisões de contrato no Sintec Rio normalmente. Mas para homologar no sindimetal, a Estatal terá que se guiar pela rigidez da Convenção Coletiva de Trabalho "CCT" daquela ententidade.

Esse é o conflito que a Estatal da marinha não revela aos trabalhadores. E mente, descaradamente.

Mas, Mentira tem perna curta:

No MTE há vagas.
Protocolei denúncia sobre a demora da Estatal homologar.
    Depois que marquei minha homologação (print acima) e protocolei a denúncia que a Estatal alega falta de vagas para homologar, o discurso dela mudou: ela não diz mais que não há vagas no MTE para homologar, ela diz que "tenta" agendar, mas não consegue. Que é do "interesse" dela homologar todas as rescisões...

    Já que as homologações não estão sendo marcadas, seria o caso de o Sindimetal Rio acionar o MTE. Mas o Sindicato não aceita fazer isso porque luta na justiça para anular as demissões em massa na FAJ, LFM e ARMJ?

    Conversei com o jurídico e eles me disseram que seria incoerente.


    O Código Sindical é essencial para que sejam realizadas as homologações; eu marquei minha própria homologação, como viram (na situação dos trabalhadores demitidos do Laboratório da Marinha, as rescisões não foram colocados código sindical). Comuniquei aqui e protocolei o envio dela pelo E-mail corporativo "mar.mil.br", da Chefe do Departamento de Recursos Humanos da Estatal, Giovanna Anunciação.

    "Vou postar aqui, os passos a passos para todos marcarem suas próprias homologações e enviarem ao E-mail da Giovanna e Solange, do RH, para, numa situação hipotética, demonstrarem em juízo que há vagas para homologar, mas o motivo para a demora da Estatal é "outro".

    Uma vez marcada data para homologar, a Empresa é obrigada a comparecer; ela deve enviar o termo de rescisão do contrato com o código sindical (destacado acima).

    A empresa reconheceu judicialmente e nominalmente, está nos autos do processo de da Representatividade Coletiva, que parte dos seus trabalhadores é representada pelo Sindicato dos Metalúrgicos. Mas para homologar a outra parte dos trabalhadores da categoria metalúrgica ou sem categoria definida no sindicato dos metalúrgicos (sindimetal), a empresa terá que se guiar pela rigidez da convenção coletiva de trabalho (CCT), que é uma coisa que ela não quer reconhecer porque o piso salarial que ela paga é 50% menor que o da convenção daquele sindicato. E,  para agendar no MTE, ela também precisará anotar no termo de rescisão de contrato o código sindical. Com a merreca que a empresa paga aos metalúrgicos nem se aproxima do piso da categoria metalúrgica, a empresa pública jamais conseguerá fazer as homologações normalmente, como outra empresa comum, no MTE. E a gente fica nessa situação e creia, tem muita gente de alta patente da Marinha com sorriso de lado a lado.

    A empresa precisa ser acionada para que as homologações sejam marcadas, pois os documentos da empresa não estão corretos e o MTE exigirá o pagamento do Piso Metalúrgico e, nesse caso, vai gerar a mesma situação que ocorreu na Fábrica de Munição da Marinha. Nesse caso, somente a intervenção do Superintendente do MTE pôde fazer com que as homologações fossem feitas, com ressalvas, dando aval para o homologador Seccional deixar passar os erros salariais que a empresa comete propositalmente por não aceitar os pisos salariais da Convenção do sindicato da categoria metalúrgica.

Os documentos abaixo são ATA de Reunião do Sindicato e Estatal em que há trecho  do Sindimetal Rio pedindo para fazer as homologações.



    Esse documento (ATA) pode ser apresentados aos Advogados de vocês para mostrar que a recusa em homologar é da empresa, não do sindicato, e que você só precisa ter seu FGTS liberado.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

HÁ VAGAS NO MTE PARA HOMOLOGAR, ENTÃO PORQUE AINDA ESTAMOS ESPERANDO?

    Na imagem compartilhada comigo pelo WhatsApp, print da tela de denúncia feita por Trabalhadora à Defensoria Pública do Rio de Janeiro.
http://www.portaldpge.rj.gov.br/Portal/fale_conosco.php.
    
    Esse Blog não é mero meio de informação, embora em seu bojo contenha isso, ele é um chamado à luta; é trabalho de companheiro. 

    Não é minha visão falar "mal" da Estatal ou de qualquer outra entidade ou órgão, se não tornar pública uma covardia sofrida pelos 1800 trabalhadores cometidas diretamente pelos Militares da Marinha, seja por perseguição, desrespeito à Constituição Federal ou demissão em massa sem motivação. 

    O Último chamado à luta para tornar conhecido o nome da Empresa foi recusado pelos trabalhadores, assim como foram todos esforços de luta que exigiram participação coletiva ( ATO de Doação de Sangue ao HEMORIO, Protestos na Escadaria do AMRJ, Manifestações no TRT). 

    A Estatal tem uma vantagem que a Petrobras e outras grandes Estatais não possuem, o total desconhecimento de seu nome na grande mídia; isso deveria ser quebrado por ações coletivas que tornassem esse nome EMGEPRON notável aos jornais e demais mídias televisivas. Mas, isso não depende desse Blog, isso dependeu de você, leitor:

     E-mail enviado ao Superintendente do Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro:
    Mayla, ontem estive no dia 06/4/2016, às 16h, no 14º andar do MTE, na Avenida Presidente Antônio Carlos, 251, com a senhora, para falar da demora excessiva a que os mais de 500 trabalhadores demitidos da Estatal Emgepron estão sendo submetidos e os prejuízos sociais e econômicos que isso têm nos causados.

    Venho humildemente pedir a ajuda do Superintendente.

    Somente venho a senhora por ter tomado conhecimento que parte dos trabalhadores da categoria técnica estão homologando, segundo informação, quase 100 trabalhadores técnicos tiveram suas homologações realizadas (anexo1).

    Infelizmente, os trabalhadores metalúrgicos não estão tendo suas homologações realizadas nem no MTE, nem no Sidicato da categoria. Ressalto que eu e outros trabalhadores vimos isso acontecer na FAJ e solicitamos ao Sindicato dos Metalúrgicos que nosso direito de realizar as homologações no sindicato. Até onde tenho conhecimento, a empresa não voltou a entrar em contato com o sindicato e deixa os trabalhadores metalúrgicos sufocados (vide anexo "Ata").

    Até hoje, nenhum telegrama chegou marcando as homologações das rescisões de contrato, cujas demissões ocorreram em 12/02/2016 (no meu caso, em 15/02/2016, em anexo).

    Quando ligo para o Recursos humanos da Empresa, nos informam que estão esperando vagas no MTE.

    Então, liguei para o xxxxxx, e fui informado que isso não existe lá, pois há vagas sim. Tanto é que marcaram minha própria homologação com a data que quisessem escolher.

    Fui informado pelo MTE que a própria empresa ou o trabalhador pode ligar e agendar as homologações (protocolo de atendimento na Central é 20160002030305, em 06/04/2016).

    Mas, como no mês de setembro de 2015 foi levado ao conhecimento do Superintendente Regional fato semelhante em torno de 150 trabalhadores foram demitidos e que a demora na homologação estava causando a eles sérios problemas de ordem pessoal e econômica, venho pedir a ajuda desse Órgão no caso dos mais de 500 trabalhadores demitidos esse anos 2016. Tudo que pleiteio é poder homologar para dar entrada em meu FGTS e pleitear o Seguro Desemprego.

    Mayla, escrevo por centenas de outros trabalhadores que não estão tendo suas rescisões de contrato homologadas e por muitos que, por terem idade avançada, ou não possuírem facilidade com o mundo digital, não teriam como se reportar a senhora.

    Peço, encarecidamente, que ajude os trabalhadores que, além da demissão, encaram uma demora excessiva em ter seus direitos ao FGTS e, posterior, Seguro Desemprego, em caso de não conseguirem se recolocar ao mercado de trabalho.

   O prazo formal de 120 dias para dar entrada no Seguro-Desemprego está se esgotando, faltam 60 dias, e pode não haver tempo hábil para requerer o benefício Seguro-Desemprego (anexo).

   Mayla, peço sua compreensão por copiar essa mensagem simultaneamente as senhoras Giovanna Anunciação, Chefe do Departamento de Recursos Humanos da Estatal Emgepron, e a senhora Solange (anexo), para que elas possam explicar ou demonstrar ao MTE que eu estou equivocado nesse pleito.


Obrigado.


Essa homologação marcada por mim mesmo é prova que há vagas...

O protocolo acima é prova gravada que o MTE está aberto para homologar os trabalhadores do Rio de Janeiro em Geral.

Isso não quer dizer que a Emgepron vai comparecer, mas é prova que há dolo, caso não compareça.